Os ‘interventores’ da Casa Bandida

A ilibada Justiça da Barra da Tijuca, quintal de Ricardo Teixeira, manteve o padrão ao nomear interventores da CBF o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, e o da FPF, Reinaldo Carneiro Bastos.
O rubronegro é frequentador da Justiça Criminal.
Em São Paulo, foi condenado por fraude à licitação, escapando da punição apenas na segunda instância.
Agora, o MPF garante que ele é gestor fraudulento.
O presidente do Flamengo teria lesado, ao menos, três Fundos de pensão (Funcef, Petros e Previ), enviando o suposto fruto de suas apontadas malandragens, ilegalmente, ao Exterior.
Módicos R$ 100 milhões.
Landim, que antes era o ‘menino de ouro’ do criminoso Eike Batista, agora é uma espécie de interlocutor de Bolsonaro no esporte.
Reinaldo Carneiro Bastos é notório espertalhão do esporte.
Na gestão Caboclo, recebeu R$ 1 milhão da Casa Bandida na condição, curiosíssima, de ‘consultor’.
Em sendo compra de voto – porque a FPF, presidida por Reinaldo, é eleitora da CBF – trata-se de quantia considerável.
Bastos, antes de assumir a Federação, pintou e bordou no Vale do Paraíba, principalmente nos bastidores da arbitragem.
