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Cartola corinthiano, pai do presidente, foi condenado, novamente, à prisão por sonegação de impostos

Duílio ‘do Bingo’ e seu pai, Adilson Monteiro Alves

Ex-diretor de futebol do período ‘Democracia Corinthiana’, Adilson Monteiro Alves, cartola influente na atual gestão do Corinthians, pai do presidente Duílio ‘do Bingo’ Monteiro Alves, foi condenado a sete meses de prisão, em regime aberto, por sonegação de impostos.

A sentença foi promulgada em 14 março de 2019.

Se cumprida, Adilson seria impossibilitado de sair às ruas durante o período noturno, nos dias de semana, 24 horas aos finais de semana, com a obrigatoriedade de, mensalmente, assinar o livro do réus na Justiça.

Porém, o juiz Paulo de Abreu Lorenzino, da 32ª Vara Criminal, substituiu a aplicação da pena de perda de liberdade por restritiva de direito, obrigando Adilson a pagar dois salários mínimos, pouco mais de R$ 2 mil, a entidades assistenciais.

O ato criminoso, a sonegação de impostos, se deu por intermédio da empresa IPPASA – Industria Paulista de Produtos Alimentícios Ltda, constituída, décadas atrás, pelo histórico dirigente alvinegro Orlando Monteiro Alves, que, se ainda vivo, provavelmente estaria em desgosto profundo não apenas por essa humilhação, mas pelos diversos problemas em que se meteram seu filho Adilson e o neto Duílio.

Muitos deles em prejuízo ao Corinthians, a quem o patriarca da família nunca deixou de defender.

Voltando ao processo, Adilson, apesar de beneficiado por uma sentença branda, provavelmente por conta do hábito de não pagar as contas (comprovável nas dezenas de ações cíveis e trabalhistas que o cercam), peticionou para que o judiciário perdoasse o pagamento de R$ 2 mil, alegando não possuir condições para fazê-lo.

O MP-SP, acertadamente, posicionou-se em contrariedade ao pedido.

Provavelmente orientado por advogados, somente em setembro de 2020, Adilson quitou a execução, impedindo, assim, que a sentença de prisão fosse retomada.

A folha corrida do cartola, principal ‘guru’ do presidente do Corinthians, é extensa.

Pai e filho (Adilson e Duílio), sócios em Bingo, devem R$ 45 milhões em impostos e estão sendo executados pela Receita federal.

Recentemente, Adilson tornou-se réu por Improbidade Administrativa, sob acusação de delito cometido nos anos 90, quando ocupou cargo no Governo de São Paulo:

Pai do Presidente, ‘novo’ cartola do Corinthians é réu em ação por improbidade administrativa – Blog do Paulinho

O Blog do Paulinho teve acesso à Folha de Antecedentes do cartola.

Tem de tudo um pouco.

Em 1974, a Justiça decretou-lhe 90 dias de prisão administrativa, por outro crime envolvendo a Fazenda Pública.

Nova condenação por sonegação de Impostos ocorreu em 2003.

No ano de 2011, Adilson foi flagrado dirigindo sob efeito de álcool e condenado a dois anos de prisão que cumpriu em Liberdade Condicional.

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