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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Diga a verdade e saia correndo”

Provérbio iugoslavo

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Confrade maligno

Através pagina “Pergunte ao Árbitro” do ex-árbitro Rafael Porcari, tomei conhecimento sobre o péssimo comportar do 4º árbitro Gustavo Holanda de Souza e sobrinho da vice-presidente do SAFESP na contenda  Paulista 1 x 0 Primavera referente a 2ª divisão do Paulistão 2020 disputada no dia 07/03

Explico

Durante o trajeto da primeira etapa, perto ou distante de toda marcação do árbitro ou assistentes, de imediato, o quarto árbitro na maior cara dura extrapolava suas mímicas sinalizando a favor ou contra a marcação dos seus colegas

Maneirou

Na segunda etapa, creio, após ter tomado um chega pra lá no intervalo

Pergunto

Cadê a punição, senhores responsáveis pela CA-FPF e SAFESP?

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Repedindo repicando

Na época das eleições a chapa vencedora afirmou que o caixa SAFESP estava zerado

Senhor

Aurélio Sant’Anna Martins, presidente do SAFESP e ilustrado jurista:

Vai ou não vai renunciar o recebimento da verba de representatividade calculada por volta de R$ 7.000,00 por mês?

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10ª Rodada da Série A1 do Paulistão 2020

Sábado 14/03

Inter de Limeira 0 x 0 Palmeiras

Árbitro: Vinicius Furlan

Item Técnico

Deixou de marcar a claríssima penalidade máxima favorável ao Internacional de Limeira,

– no instante que Roni defensor alviverde derrubou o oponente Ailton

Pouco adiante o principal representante das leis do jogo, marcou falta cometida por Felipe Melo e,

– tremeu por não ter lhe dado o cartão amarelo

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para integrantes do Inter de Limeira, dentre estes o auxiliar técnico e 05 para palmeirenses,

Cartão Vermelho: Airton defensor do Internacional por ter atingido fortemente seu oponente Matias, assim como para o palmeirense Marcos Rocha

Conclusão

Trabalho desenvolvido por Vinicius Furlan não me surpreendeu, vez que o considero árbitro tecnicamente mediano, fraquíssimo no item disciplinar

São Paulo 2 x 1 Santos

Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira

Item Técnico

Aceitável

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para são-paulinos e 02 para santistas, sendo que dentre os santistas encontra-se Jobson, que,

– voltou a praticar falta digna do cartão, entretanto: árbitro contemporizou,

– todavia , confirmando estar fora de sintonia, cometeu outra em cima do oponente Daniel Alves, levou o segundo amarelo, que ao meu entender deveria ser o vermelho direto

Cartão Vermelho: Apesar de não direto, correto para o santista Jobson

Domingo 15/03

Corinthians 1 x 1 Ituano

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA)

Item Técnico

Aceitável desenvolvido pelos representantes das leis do jogo.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para defensores da equipe mandante e 04 para visitantes

Conclusão

Os litigantes proporcionaram disputa técnica bem fraquinha

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Política

Com morte não se lacra

Bolsonaro recua após óbito por coronavírus e reação das instituições

Domingo, 13h. Um sorridente Jair Bolsonaro, trajando camisa polo da Confederação Brasileira de Futebol, desce a rampa do Palácio do Planalto, geralmente destinada a solenidades, para cumprimentar mais de 200 pessoas, posar para selfies ao lado de cartazes pregando o fechamento do Congresso e com palavrões e subir de volta aos urros de “AI-5, AI-5”.

Naquela ocasião, o Brasil já iniciara uma quarentena ainda meio desajeitada, mas engajada nas orientações do Ministério da Saúde para tentar achatar a curva de propagação do novo coronavírus no Brasil. Bolsonaro, por sua vez, tinha um segundo teste de Covid-19 pendente, e deveria estar em isolamento.

Terça-feira, 18h. Um Bolsonaro bem menos acelerado, com cara assustada e acuada, para na grade do Palácio da Alvorada para uma conversa com a imprensa. Não xinga ninguém. Não diz que a pandemia de coronavírus é histeria – nem sua variante “histerismo” – ou fantasia. Não ofende Rodrigo Maia nem Davi Alcolumbre. Pelo contrário: os convida para uma reunião, juntamente com outros representantes de Poderes.

O que mudou nas 50 e poucas horas entre os dois atos? Pelo menos duas pessoas morreram pelo novo coronavírus, as primeiras vítimas brasileiras de uma pandemia que já vitimou mais de 7.000 pessoas pelo mundo. E as instituições traçaram uma risca no chão diante dos arreganhos autoritários do presidente da República.

Não se sabe se por motor próprio ou se instado pelos militares, mas Bolsonaro saiu do looping em que estava desde o início do ano e fez um leve recuo. Pode não durar e ele pode entrar em autocombustão, como já ocorreu em outras vezes e é de sua natureza.

A diferença, dramática para ele, é que desta vez houve perda importante do pouco de massa crítica que ainda restava no bolsonarismo, que se comporta cada vez mais como uma seita golpista. Janaina Paschoal, deputada mais votada da História do País, uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, que recusou a vaga de vice na chapa de Bolsonaro, fez um discurso contundente dizendo que ele deveria deixar o cargo por colocar a saúde pública em risco. O governador Ronaldo Caiado (DEM), de Goiás, um dos poucos a dar a cara a tapa e defender o governo federal, foi às ruas escorraçar manifestantes em Goiânia, com um duro discurso no qual disse que antes de governador é médico. O contraste com a fanfarronice presidencial foi cristalino até para os fanáticos das redes sociais, e em linguagem testosterônica, que eles conseguem entender.

A erosão do apoio a Bolsonaro, que vinha num crescente em razão da cobiça do Legislativo sobre o Orçamento, foi detectada pela medição de redes sociais do Planalto – o único indicador com o qual o presidente da República parece se importar de fato. E a palavra impeachment deixou de ser proibida e passou a frequentar o discurso de parlamentares, analistas políticos e juristas. Bolsonaro ajuda: vai deixando digitais de crimes de responsabilidade ainda mais evidentes que os perdigotos que lança em tempos de recomendação de distanciamento social.

É claro que iniciar uma batalha pelo impeachment em meio a uma pandemia é uma irresponsabilidade. Não serei eu a defender este caminho, nem existe propensão real do Congresso a avançar por aí. Mas, ao excluírem o presidente da República da mesa de discussão de saídas para a pandemia, os demais líderes do País mandaram um recado a ele: se quisermos, podemos isolá-lo.

Bolsonaro entendeu. A cara de pânico com que anunciou a reunião horas depois de dizer, infantilmente, que faria uma festinha de aniversário deixou claro que, até para alguém com uma noção tão rudimentar do próprio papel no momento mais dramático da História do País neste século, o medo é um sábio conselheiro.

Vera Magalhães: Colunista do Estadão publicado no dia 18/03/2020

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Finalizando

“Peso na consciência é aquela sensação incômoda que se tem pela culpa de conhecer a verdade e tentar escondê-la em um lugar onde ninguém consegue vê-la”

Hideki Anagusko: Pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-21/03/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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