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Não há um novo Messi ou Cristiano Ronaldo no horizonte do planeta bola

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Era inevitável que chegaria, um dia, o ano em que a Bola de Ouro da FIFA sairia das mãos dos dois maiores jogadores do futebol mundial na última década: Messi e Cristiano Ronaldo.

A idade, o declínio físico, as motivações e, claro, o surgimento de novos craques renovarão o cenário de ídolos e mitos nas próximas temporadas.

Obviamente, nenhum deles será capaz de apagar os feitos do gênio argentino e da máquina de fazer gols de Portugal.

Mas, ao que parece, pelo menos neste momento de transição, não há no horizonte do planeta bola candidato a suprir os momentos proporcionados aos amantes do futebol pela genialidade de Lionel Messi, indubitavelmente colocado entre os três ou quatro melhores jogadores de todos os tempos, ao lado de Pelé, Maradona e algum outro craque à gosto de quem analisar.

Cristiano Ronaldo talvez encontre sucessor com mais rapidez (não será fácil), ele que substituiu – cada qual a seu estilo, outro goleador notável, o melhor jogador de todos os tempos dentro da grande área, o brasileiro Romário.

A história não reservou ao mito argentino, e é pouco provável que o faça daqui quatro anos, a inserção em seu incrível currículo de uma conquista de Copa do Mundo, assim como não o fez com outros notáveis.

Por outro lado, quantos medíocres, alguns dos quais sequer conseguiremos lembrar os nomes (sem grande esforço de memória), possuem essa premiação enfeitando suas salas de troféus ?

Para gente como Messi e Cristiano Ronaldo, ambos com exemplos inquestionáveis de vitórias pessoais e coletivas, a Copa do Mundo seria adicionada como importante capítulo da mitologia, mas a falta dela não implicará em redução de status e importância de seus feitos históricos.

Com relação aos candidatos a substitutos dos craques, os que existem de mais relevantes no momento (Neymar, Mbappé, etc) não parecem capazes de fazer frente, tecnicamente, aos antecessores, muito menos na constância de rendimento.

Nunca na história do futebol – fora Pelé, alguém se manteve no auge, como o argentino e o português, durante período tão longo (mais de uma década), sem que fossem questionados.

É possível que substitutos de Messi e Cristiano Ronaldo surjam nos próximos anos, mas improvável que já existam neste momento.

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