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Segundo tempo perfeito garante Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo

Num desempenho notável na segunda etapa, principalmente de William e Neymar, o Brasil venceu o México por dois a zero e está classificado para as quartas de final da Copa do Mundo.

Os mexicanos iniciaram o jogo no ataque, marcando a saída de bola dos brasileiros, aproveitando-se da “avenida Fagner”, velha conhecida do treinador Osório quando de sua passagem pelo São Paulo.

Somente aos 24 minutos, com Neymar, e aos 32, com Gabriel Jesus, em jogadas bem defendidas por Ochoa, o Brasil conseguiu criar alguma coisa.

Nos últimos dez minutos, o México, talvez para descansar a equipe, recuou os marcadores para jogar no contragolpe, enquanto a Seleção Brasileira tentava equilibrar um pouco a partida.

No segundo tempo, tudo mudou.

O Brasil entrou no jogo demonstrando a superioridade que se espera duma equipe, nitidamente, melhor qualificada tecnicamente e passou a dominar as ações.

Logo aos 5 minutos, Neymar tocou de calcanhar para Willian que invadiu a área driblando a defesa, cruzou e Neymar, de carrinho, abriu o marcador.

O México estava perdido em campo e o Brasil passou a criar seguidas oportunidades, todas paradas nas brilhantes defesas de Ochoa.

Willian fazia uma partida excepcional, carregando a Seleção para frente, ao lado de Neymar, que driblava e apanhava como sempre, mas, assim como no jogo contra a Sérvia, manteve comportamento de líder, sem reclamar ou ensaiar retaliação.

Tomara siga assim no restante de sua promissora carreira.

Casemiro, aos 14 minutos, recebeu segundo amarelo e está fora da próxima rodada do torneio.

Aos 34 minutos, Tite tirou Paulinho e colocou Fernandinho, depois, aos 40, Firmino entrou na vaga de Philippe Coutinho.

Três minutos depois, em contragolpe brasileiro, Neymar arrancou pela esquerda, bateu cruzado, Ochoa defendeu e a bola sobrou justamente para Firmino, iluminado, garantir a classificação brasileira.

O Brasil venceu, convenceu e aguarda agora o vencedor de Bélgica e Japão, a quem enfrentará com franco favoritismo, enquanto o México, mais uma vez, prometeu no Mundial o que, apesar da evolução técnica, não tinha capacidade de entregar.

EM TEMPO: o pisão covarde que Neymar recebeu, fora de campo, do marginal mexicano Layún, ignorado pela arbitragem e pelo VAR, deveria servir para punir, exemplarmente, seu agressor e os citados omissos. 

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