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Prisão por sonegação de presidente de clube precisa ultrapassar as fronteiras de Marília

Na última terça-feira, o ex-presidente do Marília, Hely Biscaro, foi preso pela Polícia Federal, após ratificação, pelo TJ-SP, de sua condenação a quatro anos e oito meses, em regime semi-aberto, pela prática dos crimes de sonegação de contribuições previdenciárias e apropriação indébita, cometidos no exercício de sua gestão no clube, entre junho de 1995 e abril de 2000.

Não se trata, porém, do único cartola a cometer este crime, em circunstâncias idênticas, no Brasil.

Recentemente, no caso mais famoso, quatro dirigentes do Corinthians foram indiciados, em três oportunidades, no STF, por crimes fiscais diversos, mas foram “agraciados”, posteriormente, com acordo firmado pelo próprio clube lesado, que garantiu o pagamento não apenas das dívidas, mas também das multas, em troca da não condenação dos referidos.

Foram eles: Andres Sanches, Roberto “da Nova” Andrade, André Negão e Raul Corrêa da Silva.

O que se espera, daqui por diante, é a igualdade de tratamento para todos os cartolas, de equipes grandes, médias ou pequenas, diferentemente do que o observado no momento, em que, apesar da justa, a prisão do dirigente do Marília é a das poucas punições realmente levadas à cabo diante dum imenso submundo capitaneado por golpistas semelhantes.

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