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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Devido à sua ambição e egoísmo, o homem faz da sua vida um verdadeiro naufrágio”

Textos Budistas

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Árbitro de vídeo decidiu o Campeonato Pernambucano 2017

Na noite da Quarta Feira 28/06/2017, o todo poderoso dirigente de fato da CA-CBF, Sérgio Corrêa da Silva e equipe, estiveram no Estádio Cornélio de Barros, situado na cidade de Salgueiro, localizada no Sertão do estado de Pernambuco, arrastando na comitiva, elementos tecnológicos do denominado árbitro de Vídeo, vigiado por Péricles Bassols Pegado Cortez (FIFA-PE), tendo a finalidade de sanar dúvidas referente à partida decisiva do Campeonato Pernambucano entre Salgueiro 0 x 1 Sport

Burlesco

Antecedendo a contenda, para não passar batido, os componentes da comitiva da CBF rufaram tambores, penduraram melancias e jacas nos pescoços, anunciando suas presenças, divulgando a precisão do árbitro de vídeo, assim bem como, a equipe de arbitragem responsável pela aplicação das leis do jogo

Árbitro: Wilton Pereira Carvalho (FIFA-GO)

Assistente 01: Emerson Augusto de Carvalho (FIFA-SP)

Assistente 02: Marcelo Carvalho Van Gasse (FIFA-SP)

Escanteio

Por volta do 25º minuto da segunda etapa, ocorreu escanteio no lado esquerdo do ataque da equipe da casa, situado no lado oposto, de frente a posição do assistente Emerson Augusto de Carvalho

Içou

Encoberto na sua visão pelo poste esquerdo do goleiro, o assistente Emerson Augusto de Carvalho elevou o braço, balançando o pano, alegando que pós-partida, a redonda houvera saído da linha de fundo

Gol

Na descida da redonda, ocorreram dois lances, no segundo, a redonda foi mandada profundo da rede do Sport

Árbitro de Vídeo

Solicitado, passado e repassado, confirmando que o lance fora duvidoso, vez que, não a clareza quanto à saída da redonda pela linha de fundo; contrariando o evidente “na dúvida pro réu”: Péricles Bassols Pegado Cortez definiu como correta a sinalização do assistente 01

Prejudicado 

Afianço que detalhadamente, por três vezes, assisti ao vídeo da trajetória da pelota, em nenhuma, fiquei convencido sobre a saída da redonda; por este motivo estou convencido que a equipe do Salgueiro foi lesada

Campeão

Minutos após o lance acima descrito aconteceu gol legal da vitória do Sport Club Recife e conquista do campeonato

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10ª Rodada de Série A do Brasileirão – 2017 

Sábado 24/06/17

Santos 0 x 1 Sport

Árbitro: Rafael Traci (PR)

Assistente 01: Ivan Carlos Bohn (PR)

Assistente 02: Luciano Roggenbaum (PR)

Item Técnico

Acertou por ter convalidado o tento da vitória da equipe do Sport no instante o defensor santista passou a redonda pro seu opositor manda-la profundo da rede

Item Disciplinar

Acertou por ter advertido o atleta Reinaldo Lenis defensor do Sport

Domingo 25/06

Grêmio x Corinthians

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA- GO)

Item Técnico/Disciplinar

Quando exigido aplicou corretamente as leis do jogo

Ponte Preta 1 x 2 Palmeiras

Árbitro: Wagner Reway (FIFA-MT)

Item Técnico

Sem critério quando da marcação de faltas, péssima movimentação, como também, mal colocado em alguns momentos da refrega

Item Disciplinar

Apesar de ter advertido e corretamente Fernando Bob defensor da equipe da casa com o amarelo, com o mesmo, foi conivente, vez que, a posterior, Fernando Bob, cometeu faltas dignas do vermelho, ou então, do segundo amarelo, seguido do vermelho

Acertou na expulsão do palmeirense Tchê Tchê, como também, dos contendores: Rodrigo e Renato Cajá

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Politica

Um vice para Temer

‘Foi menos difícil depor Collor e Dilma, que tinham vices, do que tirar temer do poder’

Há semelhanças e dessemelhanças relevantes entre os processos de impeachment que depuseram os ex-presidentes Fernando Collor de Mello, em 1992, e Dilma Rousseff, em 2016, e a situação do desgoverno de Michel Temer. Este, mesmo parecendo moribundo ou zumbi, não inspira profecias de igual desfecho, ao menos por enquanto. Sem conhecê-las, entendê-las e enfrentá-las, por mais absurda que pareça a hipótese, resta esperar pela improvável demonstração de espírito público do chefe do Executivo, a renúncia, imitando, não Getúlio Vargas no suicídio, mas Jânio Quadros no abandono voluntário do melhor emprego da República.

Diferença fundamental nos dois exemplos anteriores é que tanto para Collor quanto para Dilma havia um substituto automático, um vice, a possibilidade de se agrupar em torno de um nome. Esta talvez seja, na atual conjuntura, a principal diferença do caso de agora em relação a ambos os anteriores. Com Temer já no exercício do poder presidencial, o Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a decidir a dúvida específica de o então presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), poder, ou não, participar de uma fictícia “linha sucessória” do presidente pelo fato de responder a processos judiciais. A decisão final foi esdrúxula, como muitas outras adotadas recentemente pelo órgão supremo do Poder Judiciário: Renan foi autorizado a permanecer no comando da chamada Câmara Alta, que não tem dado demonstrações de muita altitude ultimamente. Mas foi retirado da chamada, mas inexistente, linha de sucessão na chefia do Executivo.

De fato, no presidencialismo mitigado, dito semiparlamentarista ou “de coalizão”, vigente conforme as normas da Constituição de 1988, só há um sucessor autorizado a assumir automaticamente a Presidência em estado de vacância: o vice-presidente. Já o era na democracia de 1946, quando Café Filho substituiu Vargas após o suicídio e João Goulart assumiu, depois de longa negociação, o posto abandonado por Jânio.

Com exceção do Partido dos Trabalhadores (PT), que então era, ou pretendia ser, infenso a pactos de governabilidade, houve, de fato, substituição consensual de Collor – deposto por impeachment de indiscutível legitimidade – pelo vice, Itamar Franco. O próprio PT, sob a batuta de Luiz Inácio Lula da Silva, que antes havia rejeitado votar em Tancredo Neves, do PMDB, para substituir o último general da ditadura, João Batista Figueiredo, apoiou a deposição no Congresso. Mas desautorizou sua militante Luiza Erundina de Souza, ex-prefeita de São Paulo, a assumir um ministério, a Secretaria de Administração, no mandato-tampão do ex-governador de Minas, forçando-a a sair do partido.

Não se pode dizer o mesmo do impeachment de Dilma, até hoje contestado como se tivesse resultado de uma intervenção fora dos parâmetros constitucionais para extinção do mandato. Onde lhe é autorizado protestar, como agora na visita de Michel Temer à Rússia e à Noruega e em shows de artistas populares de esquerda, este é xingado de “golpista” e ouve berros de “fora Temer”.

Esse comportamento inconsolável da militância esquerdista, expelida com Dilma das boquinhas do poder, chama a atenção para outra dessemelhança dos casos de Itamar e Temer. O mineiro nascido em mar baiano sempre se manteve longe do carcará sanguinolento, sendo, na prática, um desafeto do titular da chapa pela qual se elegeu e mercê da qual chegou ao poder maior depois do impeachment. Após assumir a chefia do Executivo, o ex-vice comportou-se de forma exemplar, nunca tendo herdado nenhuma suspeita de participação no esquema de corrupção operado pelo notório PC Farias. Afinal, ele fora, seja na campanha, seja na administração, um corpo completamente estranho à famigerada “república de Alagoas”, de tristíssima memória, marca registrada do desmantelo Collor.

Com essa autoridade moral, que reforçou ao afastar seu homem de confiança, Henrique Hargreaves, da chefia da Casa Civil, à qual este só voltaria após provar inocência, Itamar montou o time que fez o Plano Real, acabou com a inflação e apostou no futuro, criando a alternativa Fernando Henrique. Desta o PSDB se aproveitou para vencer Lula e o PT em duas eleições consecutivas e sem precisar de segundo turno.

Ao ler o relato acima, o leitor de posse das faculdades mentais, imparcial, impoluto e munido do mínimo de lógica perceberá que Temer é inteiramente diferente. Primeiramente, ele antes pertencia à quadrilha que assaltou os cofres republicanos nos 13 anos, 4 meses e 12 dias de desmazelo sob Lula e Dilma, chegando até a funcionar provisoriamente como coordenador político da cabeça da chapa que se reelegeu. Por causa disso lhe coube o desgaste do processo contra a chapa vitoriosa em 2014 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que, aliás, o favoreceu num julgamento que só desmoralizou a já desmoralizada Justiça Eleitoral de antanho.

Portanto, o oxigênio que mantém o governo Temer respirando por aparelhos é não haver vice disponível para evitar a necessidade da solução constitucional da eleição indireta no Congresso, que é quase tão impopular quanto o ex-vice beneficiado. E aterroriza o tal do mercado, que acredita que se ele sair do governo, apesar de todas as evidências de seus passeios pelo Código Penal, será substituído por alguém capaz de jogar as conquistas econômicas no lixo, num ambiente infecto em que todos os Poderes da República padecem de absoluta falta de crédito.

Até agora Temer tem mantido seus parceiros de rapina no Executivo e seus sócios no Legislativo asseguram o terço de votos necessário para mantê-lo no poder, ao arrepio da lei criminal. Conta ainda com parte do Judiciário que se dispõe a interpretar a lei de acordo com as conveniências dos amigos, comprovando que cabeça de juiz pode surpreender tanto quanto bumbum de bebê.

Publicado no Estadão do dia 28/06/2017 – Autoria do Jornalista, poeta e escritor: José Nêumanne Pinto

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Viva a Roubalheira

A recondução do “impoluto” Aécio Neves ao cargo de senador, como também, de outros personagens das diversas quadrilhas que assaltaram e assaltam o erário publico, acima de tudo, incentiva, todas as ramas das atividades criminosas deste corrupto e corrompido Brasil, brasileiro

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Finalizando

“Todo dia eu recebo uma tapa na cara da corrupção, mas nada se compara a dor que sinto sobre tanta impunidade”

Átila Belens – pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-01/07/2017

Ouça abaixo os programas “COLUNA DO FIORI”, desta semana, que foram ao ar pela rádio Rock n’ Gol:

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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