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Lucio arrasa com o São Paulo na Libertadores

O Atlético/MG conquistou um grande resultado ao vencer por dois a um, de virada, a partida contra o São Paulo, no Morumbi.

Joga agora com enorme vantagem no Independência para conquistar a classificação à próxima fase da Libertadores.

A primeira etapa do Tricolor foi quase perfeita, com Ganso jogando uma enormidade, até o zagueiro Lúcio, irresponsavelmente, colocar tudo a perder.

Logo aos 4 minutos, Ganso abriu para Osvaldo na esquerda que bateu fraco, facilitando a defesa de Vitor.

Quatro minutos depois, Ganso fez jogada excepcional dentro da área, deixou dois zagueiros sentados num toque na bola e serviu para Jadson, com categoria, abrir o marcador.

O ritmo do São Paulo era alucinante.

A única chance do Galo, até então, foi numa bobeada da defesa em cobrança de lateral, que Jô cabeceou para o chão, mas Rogério Ceni, atento, defendeu.

Aloisío, que jogava bem, sentiu contusão, aos 11 minutos, deu lugar a Ademilson.

E foi o próprio que, aos 15 minutos, perdeu gol impossível, sozinho, na marca do pênalti, batendo por cima da meta.

Aos 16 minutos, Osvaldo deu uma meia lua no marcador, cruzou rasteiro, Ademilson fez o corta luz e Jadson, de primeira, bateu para fora.

Logo depois, Marcos Rocha pulou com os dois pés na coxa de Carleto, merecia a expulsão, mas recebeu apenas cartão amarelo.

Vitor fez grande defesa, aos 30 minutos, quando Ademilson recebeu passe de Jadson e bateu acossado pela zaga.

O Atlético levava um vareio de bola, até então, quando um lance irresponsável de Lucio, que deu entrada criminosa em Bernard, tomando justo cartão vermelho, mudou todo o panorama da partida.

Com um jogador a mais, o Galo foi para cima, enquanto Ney Franco tentava acertar a casa ao colocar o zagueiro Rhodolfo no lugar de Ademilson, que havia acabado de entrar.

O castigo para o São Paulo veio aos 41 minutos, em batida de escanteio de Bernard, pela direita, na cabeça de Ronaldinho Gaucho, que colocou no canto oposto alto de Rogério Ceni, empatando o marcador.

Gol fora de casa, importantíssimo.

O segundo tempo, por motivos óbvios, começou com o Galo ditando o ritmo do jogo, sem pressa, jogando na falha do adversário.

Aos 11 minutos, Jô bateu por cima, dentro da área, após receber bom passe de Ronaldinho Gaúcho.

Três minutos depois, Diego Tardelli recebeu grande passe de Marcos Rocha e bateu na saída de Rogério Ceni para virar o marcador.

A situação do São Paulo se complicou ainda mais quando Rhodolfo, aos 26 minuitos, saiu de campo, carregado pelos seus companheiros, para dar lugar a Douglas, após sentir lesão muscular.

O tricolor bem que se esforçou, no desespero dos minutos finais, mas não conseguiu encontrar o empate que amenizaria um pouco o desastre.

Se Lúcio nunca foi unanimidade no São Paulo, depois desse jogo, as chances de nunca mais jogar pelo clube cresceram consideravelmente.

O Galo, que nada tem a ver com isso, jogou com inteligência e soube aproveitar as deficiências do adversário, demonstrando a maturidade que lhe garantiu a melhor campanha da primeira fase da Libertadores.

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