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Sarney quebra decoro parlamentar

José Sarney mentiu ao dizer em comunicado oficial que nunca processou jornalistas.

O site Comunique-se demonstrou, com provas, que em três ocasiões isto aconteceu.

Este ato é prova inequívoca de que Sarney quebrou o decoro parlamentar.

E foi desmascarado.

Por que não cai ?

O Chefe continua a protegê-lo.

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9 comentários sobre “Sarney quebra decoro parlamentar

  1. Rafael Costa

    Quando pensei que o PT já tinha chegado ao fundo do poço por causa do MENSALÃO, o partido nos impressiona e se supera ao defender o Sarney.
    O triste é ler o comentário de militantes cegos que se comportam como “boi de manada” tentando SEMPRE justificar o injustificável.
    Daqui a pouco aparecerá um que, como papagaio, vai repetir o texto de algum “jornalista de serviços” pago pelo governo para defendê-lo.

  2. Ribamar Bianchini

    Paulinho, tem politico que mente, que processa jornalista como o Saney, agora tem politico como o Governador José Serra que não processa nem mente, pelo contrário foge das perguntas, fica em cima do muro e ainda manda seus seguranças descerem o cacete nos jornalistas, só que para nosso espanto a direção do Estadão ainda tenta encobrir que seu funcionário jornalista foi agredido pelos seguranças do Serra né.

    Jornalista é agredido por segurança de José Serra,e é xingado pelo governador.
    Por marcosomag 03/06/2009 às 05:58

    Em entrevista coletiva à imprensa, o jornalista Sandro Villar, correspondente do Estadão em Presidente Prudente, foi agredido com truculência pelos seguranças de José Serra (PSDB/SP), na frente do governador, que soltou um palavrão impublicável (não é blog que considera impublicável, é que ninguém contou qual foi o palavrão para publicarmos).

    O jornalista explicou o motivo ao blog viomundo, do Azenha. Segundo Villar, não faz muito tempo surgiram informações de que o Serra foi submetido a um cateterismo realizado secretamente na calada da noite.

    Villar apenas queria perguntar isso ao governador para ele desmentir ou não. Mas, pela segunda vez, foi agredido pela segurança do governador José Serra.

    “Protestei e disse que nem na época da ditadura militar fui tratado com tanta truculência. Já que o Serra fugiu das perguntas, digamos, políticas, abordei o Barradas [secretário de saúde de Serra], que, como expliquei, foi lacônico. Eu queria que o Serra confirmasse ou não o procedimento. Apenas isso. Ele poderia desmentir os rumores (teve colunista que falou do cateterismo).” – disse Villar.

    É razoável que políticos (e qualquer pessoa) tenham direito à privacidade de seus prontuários médicos, mas é comum vermos na TV a imprensa cobrindo notícias sobre checkup do presidente, internação de senadores, tratamento do vice-presidente, da ministra Dilma, a operação da governadora Roseana Sarney.

    Serra, assim como a maioria dos políticos de expressão nacional, já alcançou uma faixa etária em que é normal ter um ou outro problema de saúde. Deveria tratar o assunto na imprensa com naturalidade. Intervenções cirúrgicas, procedimentos como cateterismo, não são bicho de sete cabeças, que impeça a carreira política de ninguém, quando tratado. Tá aí a Dilma para provar.

    Por isso, não há qualquer razão para Serra se irritar tanto (a não ser que ele realmente considere importante esconder algo, que, na avaliação dele mesmo, seja impeditivo de sua pretensão política).

    Estadão, ao editar a notícia, escondeu informações

    O Estadão publicou a notícia deturpada, sem contar a história direito. E de forma escondida, como uma nota no fim de outra notícia (leia aqui).

    Quem lê a notícia do Estadão pensa que a truculência está relacionada à pergunta “se faria dobradinha com Aécio Neves na eleição para a presidência”.

    Só noticiou sobre a pergunta do cateterismo ao secretário de saúde, omitindo a pergunta à Serra.

    Isso mostra a vontade de alguns jornalistas noticiarem, a censura de editores, e o medo de sofrerem retaliação, ao darem notícias que desagradem o chefão do estado de São Paulo: José Serra.

    Segue o parágrafo publicado no Estadão:

    Truculência

    A entrevista coletiva foi tumultuada. A segurança reprimiu os jornalistas com certa dose de truculência. O governador fugiu das perguntas políticas. Ao ser perguntado pelo repórter do Estado se faria dobradinha com Aécio Neves na eleição para a presidência, Serra se irritou. “Pensei que você veio para perguntar sobre o hospital”, respondeu. Um segurança agarrou o repórter na frente do governador, que condenou a atitude do rapaz e soltou um sonoro palavrão impublicável. Já sobre os rumores de que Serra teria se submetido a um cateterismo, feito secretamente de madrugada no Hospital Sírio-Libanês, o secretário da Saúde, Luis Roberto Barradas, foi lacônico: “Imagina! Nada disso! É desnecessário”.

  3. Marcos

    Vc realmente acha que ele cairia por isso?

    Pra piorar, só houvesse um partido só! o PTSDB! Ai sim a ladroagem tava toda reunida…

    Ops, desculpe! Falei mal do psdb e o Paulinho Tucano vai limar meu comentário..

  4. Thiago

    Você realmente deveria aprender o que significa medíocre, se acha que é xingamento

  5. Renato

    Esse faz tudo do governo para salvar Sarney é perigosíssimo para o País. Não bastasse os problemas próprios do político maranhense, e sua família agarrada nos cargos públicos via atos secretos, chegamos ao ponto de que o único punido foi um jornal, como escreveu Carlos Alberto Di Franco neste artigo ao Millenium (http://www.imil.org.br/artigos/o-unico-punido-foi-um-jornal/). E, pelo que soube, Sarney também teria censurado blogueiros do Maranhão.

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