Os covardes traidores.
A traição é a mais repulsiva das atitudes, é a assinatura de um ato covarde do ser humano sem carater.
Dois dirigentes corinthianos, que estiveram todos esses anos ao lado de Dualib, que participaram de todos os seus desmandos e decisões que prejudicaram o clube, resolveram, após constatarem que o furo no barco já era irreversível, pedir demissão de seus cargos.
Esperaram, obviamente, pelo momento conveniente.
Enquanto ainda pairavam duvidas se Dualib cairia ou não, se suas contas seriam realmente reprovadas, eles se mantiveram ao lado do presidente, como os sangue-sugas que se aproveitam de seus hospedeiros apenas para se beneficiarem das vantagens que ele poderia proporcionar.
E como se aproveitaram.
Foram anos de conivência, de discursos emocionados de apoio, de pura falsidade.
Logo após o resultado da reunião do CORI, em que Dualib foi derrotado por 14×3, e caminhava para sua derradeira derrota, por 171 a 129, no conselho alvi-negro, seus “fieis” vice-presidentes, Osmar Stábile e Papagaio Edgard, em um ato de profunda covardia, anunciaram para a imprensa em meio a torcedores alvi-negros da Gaviões da Fiel, que estavam renunciando ao cargo.
Stábile debandou antes, virou oposição, e passou a atacar Dualib junto com outro ex-fiel parceiro do presidente, Andres Sanchez.
Pior do que a renuncia foi o discurso do papagaio, que falou que renunciava porque não concordava com a forma de administrar o clube de Dualib e que fora pego de surpresa com as irregularidades apresentadas no balanço.
Irregularidades ocasionadas por uma administração da qual eles eram participantes ativos.
Uma atitude desprezível.
Dualib merece estar passando por todo o calvário que ainda está por vir, colocou o Corinthians no caminho da falência, da execração publica, e foi o principal responsável pela atual situação caótica das contas do clube.
Mas não atuou sozinho.
Os dois traidores sempre estiveram com ele.
