Santos segue em síndrome de Estocolmo

Usado, escandalosamente e a custo altíssimo, pela família Neymar — seja para que o filho se recuperasse clinicamente, sem a necessidade de jogar futebol, para a Copa do Mundo, ou para intermediações de outros negócios —, o Santos, como se alheio a tudo isso, segue em verdadeira síndrome de Estocolmo.

Ontem, por exemplo, realizou a enésima homenagem ao jogador.

Na camisa do clube, foi colocado o patch “10 da Seleção”.

Teve torcedor que aplaudiu.

Chega a dar pena.

Após a Copa, quando os sequestradores liberarem a vítima, o quadro, fora do reino das águas claras, será novamente a disputa para não cair à segunda divisão.

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