Presidente do Corinthians na mamata em Nova Jersey

Osmar Stabile abandonou a presidência do Corinthians por alguns dias para viajar aos EUA sob a justificativa de que participaria de um evento institucional com representantes da CBF e da FIFA.
Na realidade, tratava-se de mais uma custosa ação de aliciamento da Casa Bandida.
Comes e bebes em um ambiente caríssimo de Manhattan, com direito a viagem, hospedagem e ingressos para os três primeiros jogos da Seleção Brasileira.
Ontem, Stabile foi flagrado, sorridente, no estádio de Nova Jersey, com o celular à mão, talvez analisando opções no Tinder, que, segundo pessoas próximas, seria seu aplicativo predileto — apesar do discurso de “Deus, Pátria e Família” que costuma ostentar publicamente.
Enquanto o cartola curtia a mamata, funcionários mais humildes do clube tinham a diversão comprometida, pois seguiam com salários atrasados, assim como credores conviviam com boletos vencidos, sem perspectivas reais de recebimento.

OUTRO LADO
Resposta de Osmar Stabile
Vim a New York a trabalho e achei importante compartilhar algumas reflexões contigo, já que, mesmo estando nos EUA, continuava comprometido e ativo nas minhas funções institucionais.
Como você é uma pessoa inteligente, sabe que muitas vezes não é necessário estar fisicamente presente para assinar documentos ou negociar com nossos atuais parceiros.
A tecnologia e os mecanismos administrativos permitem uma gestão eficiente à distância. No entanto, nesta viagem específica, houve um caso excepcional ligado à Copa do Mundo, que exigiu uma imersão da CBF e me levou a estar presente aqui pessoalmente.
Vim com o objetivo claro de aproveitar esta oportunidade para encontrar parceiros estratégicos, especialmente em virtude da repercussão e do alcance global do evento.
Não podemos pensar pequeno diante de ocasiões como esta. É fundamental ter uma visão ampla, pois a chance de firmar alianças e fortalecer relações comerciais futuras é singular.
Vale lembrar que dos clubes mais importantes do Brasil, quase todos estavam aqui representados pelos seus presidentes, mostrando o quanto a presença física pode fazer a diferença em novas negociações e alianças institucionais.
Portanto, gostaria de ressaltar a importância de não subestimar o valor desses momentos, mesmo para pessoas experientes e estabelecidas. Estar presente em locais-chave pode abrir portas que, à distância, seriam muito difíceis de acessar.


Paulinho, você sabe que ele mandou exatamente a mesma resposta para o Vessoni, né? Ele está monitorando a rede e respondendo isso pra todo mundo.