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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Faz bem descer do pedestal, abandonar a pretensão de onipotência e de infalibilidade. Pense Nisso!”

Adágio de: Eliane F.C.Ramos

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Verba da ANAF aportou no cofre SAFESP

Finalmente Aurélio Sant’Anna Martins, respeitável jurista e presidente da entidade representativa dos árbitros paulista,

Desceu

Do pedestal de gelo, enviando para a diretoria de Associação Nacional dos Árbitros de Futebol parte dos quesitos exigidos para o recebimento da contribuição de aproximadamente R$3.000,00, destinado a amenizar a situação econômica dos associados SAFESP.

Sou convicto

Por direito todos os associados podem ser beneficiados,

Todavia

Associado integrante do quadro FIFA, CBF e FPF que trabalham nas categorias que lhes dão boa remuneração se portador do mínimo de caráter escusaria o recebimento.

Entre

Aqueles que podem e devem recusar, incluo o alcunhado por mim ‘whatsapp’,

Vez que

Fortificando minha afirmação, via rede social promoveu e estabeleceu preço para vender camisa de vários clubes, ganhadas nas partidas que arbitrou,

Declarando

Que o arrecadado destinava-se a um casal de idosos, não citando nomes e localização dos mesmos, e, até onde sei, não ofereceu nenhum esclarecimento referente à sua “filantropia”.

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Tributo ao futebol da várzea e seus clubes históricos

Clube Atlético Recreativo Maria Zélia                       

Constituído no dia 20 de setembro de 1935

Pioneiros

Amadeu dos Santos, Mamede Francisco da Costa Filho, Nelson Franco, Alceste Giuntini

Primeiro Presidente

Alceste Giuntini

Princípio da caminhada

No terreno federal situado nas ruas: Manoel Ramos Paiva e Jequitinhonha; portão de entrada basilar: na Rua Manoel Ramos Paiva.

Pertencente

Ao antigo IAPI (Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários), um dos vários institutos previdenciários da época, transformados durante o regime militar 1964, no atual INPS – Instituto Nacional de Previdência Social.

Contendo

Campo de futebol com arquibancada, quadra de basquete, voleibol, futebol de salão, três quadras de bochas, play-ground, duas quadras de malhas e salão de festa;

Armando

Fortes equipes no primeiro e segundo quadro da categoria principal, igualmente no infantil e juvenil

Bem-sucedidas

Por diversas vezes todas as categorias mantiveram grande número de partidas invictas.

Sobressaindo

O primeiro quadro categoria principal totalizou 289 (duzentas e oitenta e nove),

Seguido

Pelo segundo quadro: com 105 (cento e cinco) partidas invictas.

Vários

Craques ingressaram no futebol profissional dentre estes: Luizinho, apelidado Pequeno polegar, Roberto Belangero, Nardo, Colombo, Rafael Chiarella, Cabeção e Valussi, batizado Anacleto Pietrobom;

Que

Após parar de jogar, inscreveu-se e completou o curso na escola de árbitros da FPF,

Iniciando

A atividade na condição de bandeirinha, passando para árbitro central, tornando-se um dos principais nomes da época.

Refletores

No ano 1949 o campo de futebol do Maria Zélia tornou-se o primeiro campo do futebol amador iluminado na cidade de São Paulo;

Iluminação

Que perdurou até o primeiro quinquênio da década 1970, trocada duas vezes no mesmo quinquênio,

Permanecendo

Até a data da desapropriação do campo, quadra de basquete, voleibol, futebol de salão, bochas e play ground, somando quarenta e um anos.

Na

Época a diretoria era presidida por Onésio Marques

Nota

Salão de festas foi salvo da desapropriação por algum tempo conforme fundamentado do Mandado de Segurança impetrado pelo advogado e jornalista Joseval Peixoto;

Fator

Que deu continuidade para os aficionados baterem papo sobre o ocorrido, jogarem baralho e dominó,

Preparando

A antiga sede localizada ao lado direito da entrada da Vila Maria Zélia,

Onde

Acolheu diversos eventos, incluindo os famosos e concorridos bailes realizados sábado à noite.

Quando

Da volta para a sede social a diretoria foi capitaneada durante quatro anos por Walter Carvalho conhecido por Waltinho.

Sucessor

Wagner Buccelli popular Bolão que permaneceu no cargo;

Até

A concretização da assembleia realizada no dia 20/12/1984, que decidiu findar a biografia do clube.

Aclarando

Conforme acordado os bens do clube foram destinados a Sociedade Amigos da Vila Maria Zélia,

Acondicionando

Que a cor azul e branca da bandeira, idem o escudo da sociedade, fosse substituído, com foi e é o é, pelo escudo e cor preta e branca ostentada durante os quarenta e um anos do C.A.R. Maria Zélia.

Observação

Brevemente arguirei a história da SAVMZ.

Colaboradores

Pedro Luís Boscatto, Wagner Buccelli e Wander Cerejo

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Aviso

Senhores dirigentes dos clubes amadores que queiram colaborar com este espaço deixem mensagens no site: http://blogdopaulinho.com.br, deixando número do celular para que eu possa dar retorno.

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Política

O capitão combate a verdade

                     

Ao lado do armamento da população, esse é um passo decisivo rumo a um governo autoritário

“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” Bolsonaro venceu as eleições citando com frequência esse versículo de João. No entanto, não se conhece na História moderna do Brasil um governo que tenha combatido a verdade em todos os níveis.

Os números do desemprego, compilados pelo IBGE de acordo com métodos internacionalmente reconhecidos, foram negados por Bolsonaro. O índice de desmatamento na Amazônia obtido com ajuda de satélites foi contestado por Bolsonaro e o cientista Ricardo Galvão, demitido. Pesquisas da Fundação Oswaldo Cruz sobre consumo de drogas no Brasil foram engavetadas porque não atendiam às expectativas do governo.

A briga contra os dados não se limitou ao choque contra o trabalho científico. Ele se estendeu de forma perigosa contra a própria possibilidade de acesso às informações oficiais.

Com a anuência de Bolsonaro, o general Hamilton Mourão tentou fazer passar uma diretiva que permitia a funcionários de segundo escalão determinar o que era ou não passível de ser classificado como material secreto. A diretiva de Mourão caiu no Congresso.

Mal começou a pandemia, Bolsonaro, usando-a como pretexto, queria suspender parcialmente a Lei de Acesso à Informação. De novo foi derrotado, dessa vez no Supremo Tribunal Federal

A apoteose dessa medida obscurantista foi na semana que passou, com a decisão de censurar as informações sobre a pandemia de covid-19.

Inicialmente, um homem chamado Carlos Wizard, um bilionário que supõe entender de tudo, disse, em nome do governo, que os números de mortos estavam sendo inflacionados nos Estados e municípios porque os gestores queriam mais dinheiro.

Wizard foi para o espaço no momento em que se articulava na rede um boicote a suas atividades empresariais, incluídas ss de greenwashing, aquelas em que você ganha dinheiro fingindo que protege o meio ambiente. Mas foi Bolsonaro que, radicalizando sua política de negação da pandemia, ordenou que as notícias diárias sobre mortes e contaminações não poderiam ser divulgadas antes dos jornais noturnos de TV. E, mais ainda, ordenou que o número de mortos não poderia ultrapassar mil, sem explicar como combinaria com o vírus. Felizmente, as emissoras se deram conta e passaram a divulgar as notícias em plantões especiais, com audiência até maior que no início da noite.

O site do Ministério da Saúde saiu do ar. Voltou sem o número total de mortos. O governo queria baixar esse número e divulgar apenas a quantidade óbitos nas últimas 24 horas, sepultando o resultado do exame de outras mortes que não ficaram prontos no mesmo dia. Com esse expediente, o número de mortos iria baixar, pois nem todos os exames ficam prontos no mesmo dia.

Felizmente, todos perceberam. Uma onda de protesto percorreu o País, unindo Estados, Congressos, TCU, órgãos de informação, cientistas e opinião pública. A repercussão internacional também foi imediata. Jornais europeus criticaram, a própria OMS se pronunciou pela transparência.

O que aconteceu de forma escandalosa nesse momento é apenas resultado da luta de Bolsonaro contra a verdade, palavra que usou na campanha para enganar os eleitores, revestindo-a com um invólucro religioso.

A luta permanente contra a transparência é uma luta contra a democracia. Os militares, no período ditatorial, tentaram esconder um surto de meningite. Mas os tempos são outros.

A mais recente investida de Bolsonaro contra a realidade se deu na arena em que ele está apanhando muito dela: a do avanço da pandemia do coronavirus. Ele começou tachando-a de uma gripezinha. Não era. Questionou o isolamento social, o número de mortos, a existência de outras doenças entre os que foram levados pela covid-19. Um diretor da Polícia Rodoviária Federal caiu porque lamentou em nota a morte por covid-19 de um de seus comandados.

Diante da morte real, bolsonaristas começaram a contestar o conteúdo dos caixões. Houve vídeos afirmando que os caixões estavam cheios de tijolos. A deputada Zambelli chegou a insinuar que um caixão no Ceará estava vazio – é a mesma deputada intimada a depor sobre fake news e a mesma que aparece na internet, durante a campanha, dizendo que as lojas Havan pertenciam à filha de Dilma. Olha que audácia, refletia ela, usam o nome de Havan em homenagem a Cuba e erguem uma Estátua da Liberdade.

Mais tarde, ficou claro para o Brasil quem é dono da Havan. Aliás é impossível ignorá-lo, com sua cabeça reluzente, vestido de verde e amarelo. É desses seres que você não precisa perguntar quem é seu líder, pois sabe que ele o levará direto ao Palácio do Planalto.

Ao lado do armamento da população, essa luta contra a verdade é um passo decisivo rumo a um governo autoritário. Uma espontânea frente pela transparência se formou esta semana. Exatamente na semana em que as pessoas, apesar da pandemia, foram às ruas com a imensa faixa “todos pela democracia”.

Parece vago, dizem alguns políticos. Calma, digo eu. Daqui a pouco tudo fica mais claro. Na luta comum, aparecem as respostas.

Jornalista Fernando Gabeira – Publicado no Estadão do dia 12/06/2020

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Finalizando

“Nem por crescer em poder chegará o falso a ser verdadeiro”

Rabindranath Tagore – alcunha Gurudev, foi um polímata bengali. Como poeta, romancista, músico e dramaturgo

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-13/06/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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