Coluna do Fiori

“Sou aderente da probidade, simplicidade e respeito que estão abrigados e praticados no dia a dia das pessoas desprovidas da detestável cobiça”
Adágio de: Euclydes Zamperetti Fiori
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6ª Rodada do Paulistão 2026 – Sábado 31/01
Guarani 1 x 0 Ponte Preta
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (FIFA)
VAR
Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (FIFA)
Item Técnico
Em cima do fato, sinalizou a falta do goleiro Caique França do Guarani, de acordo com o relato abaixo.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 05 para integrantes do Bugre – 05 para integrantes da Macaca, dentre estes: Auxiliar Técnico – Marcelo de Almeida Copertino
Vermelho:
Para o goleiro Caique França, camisa 01 do Guarani, que saindo da área grande, para impedir possível gol da Ponte Preta, chegou até a linha da meia lua, onde, maldosamente, atingiu com o solado de sua perna direita, o estomago do oponente Diego Barbosa, camisa 07.
Idem
Ao Auxiliar Técnico do Bugre Campineiro, Marcelo Cordeiro de Souza, por ter dito que o árbitro era FDP, e lhe daria uns chega pra lá.
São Paulo 2 x 0 Santos
Árbitro: João Vitor Gobi
VAR
Adriano de Assis Miranda
Item Técnico
Desempenho desprovido de discernimento, vez que deixou de sinalizar e inverteu algumas faltas, com isso, inervou alguns dos litigantes, sendo por eles destratado por diversas ocasiões.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para defensores do Tricolor Paulista – 04 para defensores do Alvinegro da Vila Belmiro.
Um destes cartão foi direcionando para o santista Gabriel Menino, camisa n° 25, aos 17 minutos da primeira
Vermelho: Lógico pelo segundo amarelo apontado para Gabriel Menino, camisa 25, defensor Alvinegro
Enfatizo
Gabriel Menino deveria ter sido expulso no primeiro amarelo, sabendo que bem próximo do fato, o assoprador do apito, houvera marcado a falta no oponente Tapia, vendo oponente caído
De
Forma consciente e intencional, Gabriel Menino chutou a redonda pra cima do adversário
Durante
O decurso desta disputa, como em outras que assisti via TV, observei o médio árbitro João Vitor Gobi, expondo momentos de soberba e prepotência.
Acredito
Que tenha fortes paraninfos políticos, bem como, na administração da FPF, em especial na Comissão de árbitros.
Explico
Apesar de sua péssima atuação na contenda São Paulo 2 x 0 Santos, neste sábado 07/02, pela sétima rodada e sétima vez, está escalado para arbitrar Grêmio Novorizontino x São Bernardo.
Finalizo
Para comprovar minha desconfiança que o árbitro João Vitor Gobi seja apadrinhado por políticos, reproduzo a foto do ano de sua candidatura a vice do candidato a prefeito na eleição do ano 2020 ocorrida no município de Cajobi, localizado na Região de São José do Rio Preto, da qual se saíram segundo colocados.

Domingo 01/02 – Botafogo-SP 1 x 0 Palmeiras
Árbitra: Marianna Nanni Batalha
VAR
Marcio Henrique de Gois
Item Técnico
1º – Aos 19 minutos da etapa inicial, simultâneo ao chute na redonda em direção a meta alviverde, efetuado pelo botafoguense Hygor, camisa 07, de carrinho, palmeirense Giay, camisa 04 toca na mesma, que resvala no botafoguense, saindo linha de fundo.
Imediato
VAR recomenda que Marianna Nanni Batalha reveja o lance no monitor;
Ali
Estando, arbitra viu, reviu, voltou pro campo, reafirmando: tiro de meta e.
2º – Aos 61 minutos, árbitra aquiesceu com o assistente 01: Gustavo Rodrigues de Oliveira, na correta sinalização da posição de impedimento do palmeirense Giay, camisa 04, no instante que passou a pelota para o consorte Vitor, camisa 09, mandar pro fundo da rede
3º – Aos 68 minutos palmeirenses Allan, camisa 40 na disputa normal pela bola com o oponente Jefferson, camisa 11, caiu no gramado ao mandar a redonda para linha de fundo
Bisbilhoteiro
VAR solicita que Marianna Nanni Batalha se achegue a tela do monitor para verificar provável penalidade máxima.
Depois
De ver e rever, provando ter muita firmeza, determinou tiro de meta e.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 07 para defensores do Pantera da Mogiana – 02 para defensores da equipe Alviverde
Vermelho: Depois do seguindo amarelo Gustavo Vilar, camisa 04, integrante da equipe botafoguense
Quinta Feira 05/01 – Corinthians 3 x 0 Capivariano
Árbitra: Daiane Muniz (FIFA)
VAR
Douglas Marques das Flores
Item Técnico
Daiane Muniz cumpriu o determinado por lei, ao concordar com o assistente 02: Raphael de Albuquerque Lima, no momento que apontou a posição de impedimento de um dos visitantes ao tocar a redonda pro fundo da rede, depois da cobrança da falta, por ela marcada.
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 02 para Mosqueteiros – 04 para Leões da Sorocabana
Segunda Rodada da Série A do Brasileirão 2026 – Quarta Feira 04/02
Santos 1 x 1 São Paulo
Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)
VAR
Rodrigo Nunes de Sá (FIFA-RJ)
Item Técnico
Daronco e assistentes desenvolveram trabalho habitual
Item Disciplinar
Cartão Amarelo: 05 para defensores do Alvinegro Praiano – 01 para defensor do Tricolor Paulista
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Coluna em Vídeo
A versão em vídeo da Coluna retornará na próxima semana
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Política
Canetada de Dino suspende a versão salarial do 8 de janeiro

Três dias depois de Edson Fachin ter declarado que as “adversidade” que assediam o Supremo “exigem mais do que discursos”, Flávio Dino acionou a caneta. Em decisão inédita, o ministro ordenou aos Três Poderes que revisem e suspendam o pagamento dos penduricalhos, eufemismo para a picaretagem que produz supersalários no serviço público.
Na prática, Dino fez por liminar um pedaço da reforma administrativa que o Congresso demora a fazer por projeto de lei. Não é uma decisão banal. Longe disso. Mal comparando, o penduricalho é uma versão salarial do quebra-quebra do 8 de janeiro. Com três diferenças: os patriotas são homens de bens, o vandalismo acontece uma vez por mês e o ambiente destruído é o bolso do brasileiro.
Graças a benefícios e gratificações 100% feitos de inconstitucionalidades, os salários acima de R$ 100 mil tornaram-se arroz de festa no Executivo, no Legislativo e, sobretudo, no Judiciário. Quando servidos com uvas-passas retroativas, os contracheques de magistrados passam de R$ 500 mil. Pagamentos superiores a R$ 1 milhão deixaram de ser raridade nos tribunais.
Com sua decisão, Dino forneceu um álibi para Lula vetar as sem-vergonhices aprovadas nesta semana pelo Congresso. Entre elas uma gratificação que dobra o salário de servidores do Legislativo, com uma escala de 1X3: um dia de folga por três trabalhados. Alegava-se que o Congresso não poderia ficar na rabeira do Judiciário. A decisão de Dino zerou esse jogo.
Fachin marcou para depois do Carnaval, em 25 de fevereiro, a análise da liminar de Dino pelo plenário do Supremo. Espera-se que o Supremo coloque a razão acima da corporação. Democracia não pode ser o governo do povo, para o povo, apesar do povo. Não tem futuro um regime baseado na suposição de que uma maioria de idiotas tem que ralar à míngua para sustentar os privilégios de uma minoria de cretinos abastados.
Josias de Souza: Colunista do UOL publicado dia 06/02/2026 às 09h36
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Chega da desavergonhada corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, ministério público, funcionários públicos de todas as escalas, incluso militares; e nos bastidores do futebol brasileiro.
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Finalizando
“Há quatro características que um juiz deve possuir: escutar com cortesia, responder sabiamente, ponderar com prudência e decidir imparcialmente”
Sócrates: foi um filósofo ateniense do período clássico da Grécia Antiga
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Se liga São Paulo
Acorda Brasil
SP: 07/02/2026
