Presidente do Corinthians não consegue se aposentar e corre risco de não terminar seu mandato

A epopeia do delegado Mario Gobbi para tentar se aposentar de seu cargo na Policia Civil de São Paulo continua.

Há dois anos entrou com ação tentando reverter decisão que o obrigava a comprovar o tempo de serviço, indeferindo a documentação por ele apresentada, mas, antes mesmo do julgamento do mérito, estranhamente, retirou-se do processo.

Gobbi, que tem diversas passagens em inquéritos que apuram corrupção no DETRAN, alguns na corregedoria, outros no MP, logo ter seu nome citado na CPI que apurou irregularidades no órgão, nunca mais se manteve em posto algum.

Foi transferido para três cidades e agora está lotado no DEMACRO, localizado em Guarulhos.

Sem alternativa, tentando evitar problemas em comprovar o exercício de sua função policial enquanto presidente do Corinthians, Gobbi lançou mão de nova “licença prêmio” de três meses, iniciada no início deste mês.

É uma das últimas a que tem direito.

Ou seja, se não conseguir se aposentar nos próximos meses, o Corinthians corre o risco de ver seu presidente tendo que se afastar do cargo, dando chance ao vice-presidente Luis Paulo Rosenberg de ocupar sua cadeira até o final do mandato.

Esta sim, uma notícia ameaçadora para o futuro do clube.

Porque se Gobbi possui os hábitos inconfiáveis de sua vida pregressa, é inábil para escondê-los por muito tempo, enquanto Rosenberg, com nível elevado de dissimulação, é capaz de apertar a mão, sem constrangimento algum, da vítima a ser apunhalada, minutos depois.

Silvio Santos, ex-proprietário do Banco Pan-americano, que o diga.

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