Fernando Prass: negócio bom e ruim para o Palmeiras

Acaba de ser apresentado no Palmeiras o goleiro Fernando Prass, oriundo do Vasco da Gama, o primeiro na posição contratado pelo clube em 18 anos.

Um negócio bom e ruim, ao mesmo tempo, para o Verdão.

Positivo porque, de fato, Prass é melhor do que todos os goleiros que jogam atualmente no clube, demonstração clara de que as categorias de base palestrinas, nas mãos do incompetente Jair Jussio, andam de mal a pior.

Porém, pagar R$ 300 mil mensais para um goleiro de nível apenas médio, sendo que o próprio recebia R$ 150 mil no clube carioca – quando recebia – é um exagero pra lá de irresponsável, mais um, da “administração” Arnaldo Tirone.

Pior do que isso é a não explicação do motivo da benevolência palmeirense que prometeu compensar o Vasco da Gama com dois jogadores do clube, ainda a serem escolhidos, sendo que judicialmente a equipe carioca não possui mais direito algum de receber pela saída do atleta.

Conhecedores que somos dos hábitos da cartolagem no mundo do futebol, fica difícil acreditar que o Palmeiras, mesmo sem precisar, pagaria pelo jogador.

Sem dúvida, além do fato do clube ser lesado em seu patrimônio, há ainda a desconfiança de que alguém, de alguma maneira, será beneficiado nesse negócio.

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