FIFA é conivente com o racismo do governo Trump

O somali Omar Artan, principal árbitro do continente africano, juntou-se a outras vítimas do racismo do governo Trump e, com o visto de entrada negado nos EUA, está fora da Copa do Mundo.

Trata-se de um escândalo referendado por uma FIFA de joelhos para a imoralidade.

A entidade sequer escondeu a subserviência, levando-se em consideração que Artan poderia apitar partidas no México e também no Canadá, outras sedes do torneio às quais o árbitro não está proibido de ingressar.

Há dias, dissemos que a Copa do Mundo nos Estados Unidos seria conhecida como o campeonato da intolerância, da exclusão e do racismo.

As comprovações ocorrem a olhos nus.

Dias piores virão.

Tomara que, somadas às demais canalhices trumpistas, essas atitudes sejam suficientes para que o novo Congresso americano decida pelo impeachment do presidente, salvaguardando as Olimpíadas de serem disputadas em ambiente tão hostil.

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