Detalhes sobre o Brasileirão do Palmeiras

Somente uma junção de milagres, sem precedente, retiraria do Palmeiras o oitavo título Brasileiro após a vitória contra o Fluminense e os oito gols de saldo positivo diante do segundo colocado, faltando apenas uma rodada para a definição.
Evidentemente, não ocorrerá.
O clube, que tem sido o mais eficiente em utilizar a ótima condição financeira para sustentação do departamento de futebol, merece a conquista.
Quem não merecia, embora, por algum tempo, tenha feito muitos confundirem desejo e pena com mérito, era o Botafogo.
O real time do Glorioso é o do segundo turno.
Trata-se do mesmo elenco, com poucas modificações, que sequer conseguiu chegar às semifinais do varzeano Cariocão.
Por pouco não aproveitou-se de um primeiro turno abortivo tanto nos seus resultados quanto nos de Palmeiras e Flamengo – os que se revezam, há anos, na condução do futebol brasileiro.
A natureza acabou por colocá-los, todos, nos devidos lugares.
O Botafogo mais acima.
Na parte de baixo da tabela, América/MG, Coritiba e Goiás fizeram o que deles se esperava, restando ainda a indefinição entre o Bahia, utilizado como barriga de aluguel do grupo City, o triste Vasco da Gama de quase cinco rebaixamentos, e o Santos, sem Pelé.
Por sorte, escaparam o Cruzeiro de Ronaldo, o gestor dos rebaixamentos, e o Corinthians, vítima de cartolas que precisam do clube para sobreviver.
