‘Fogo de palha’ atinge campanha de Augusto Melo no Corinthians

Há alguns dias, a campanha de Augusto Melo fez chegar à imprensa uma investigação do MP-SP que tornou-se inquérito para investigação de cartolas do Corinthians.
Trata-se de ‘fogo de palha’ (denúncias anônimas) fadado ao arquivamento.
O objetivo era utilizar noticia como material político.
Os robôs de Melo, tocados por uma empresa sediada em São Caetano do Sul, viralizaram a informação nas redes sociais e o próprio Augusto, em duas entrevistas, tratou de fomentá-las.
É do jogo, principalmente em período eleitoral.
Porém, grave erro de avaliação acabou por chamuscar a própria campanha.
No Parque São Jorge, a maioria das pessoas acredita que o responsável por incendiar a palha foi Rubens Gomes, o Rubão do Bitcoin, comandante, desde os tempos de Barbarense, dos passos de Augusto Melo.
O cartola é parceiro, há anos, do MP-SP.
A inclusão do agente de jogadores Fernando Garcia na denúncia deixou possesso o irmão Paulo Garcia, que, até então, estaria em ‘banho maria’ neste período eleitoral.
Um movimento do dono da Kalunga para qualquer lado arrastaria consigo número considerável de votos.
Os próximos dias serão, nesse contexto, importantes para as eleições do Corinthians.
