O escândalo do Museu da CBF

Desde 2019, a princípio por conta da pandemia, o Museu Seleção Brasileira está fechado para visitação.
Quatro anos de inatividade.
Parte deles pós-pandemia, ou seja, injustificáveis.
Apesar disso, soubemos, a empresa que administra o Museu estaria recebendo, mensalmente, R$ 40 mil pelos serviços não prestados.
Tratar-se-ia da ‘AOLC Consultoria e Assessoria Desportiva Ltda’.
Seu proprietário é Antonio Osorio Ribeiro Lopes Da Costa, vulgo Zozo, protagonista de CPIs do futebol, tratado por elas como um dos bolsos de Ricardo Teixeira.

