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Conselho Fiscal da CBF repudia Caboclo, mas…

No último dia 05, o Conselho Fiscal da CBF enviou ofício à Comissão de Ética da entidade em apoio à decisão de afastamento do presidente Rogério Caboclo, acusado, entre outras coisas, de assediar sexualmente uma funcionária.

Não soubéssemos o comportamento históricos dos signatários, Antônio Carlos de Oliveira Coelho, Arthur Carlos Briquet Junior e Marco Antônio Russo, seria um comunicado perfeito.

Porém, os mesmos que agora demonstram-se preocupados com ‘preconceito’, discriminação’, ‘assédio’ e ‘misoginia’, e dizem que não podem se ‘furtar no exercício escorreito de nosso mister’, são os que aprovaram as contas do cartola – e de outros,  anteriormente, tão sujos quanto – fingindo não ver, inicialmente, desde os atos agora repudiados até as evidências claras de que todos eram peças no tabuleiro de Marco Polo Del Nero, ex-cartola banido do futebol pela FIFA e acossado pelas principais polícias internacionais.

Ou seja, além de hipócritas, são oportunistas e bajuladores.

Aliás, o ‘rabo’ de alguns deles, nada cristalino, evidencia a razão de estarem, há tantos anos, prestigiados na Casa Bandida.

Em 2001, Coelho foi acusado pelo MPF de participação em fraude do Banco Vega S/A, na casa dos R$ 31 milhões, que, atualizados, corresponderiam hoje a R$ 159 milhões, supostamente tomados de investidores em ação triangulada com ‘laranjas’.

Dois anos antes, Briquet foi acusado pela CVM de embolsar, indevidamente, US$ 770 mil de clientes (R$ 4 milhões na cotação atual) num esquema, tratado como ilegal, no mercado de ações.

Russo aprova as contas de Marco Polo Del Nero desde os tempos de Federação Paulista de Futebol.

 

 

 

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