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O cartola do Flamengo, os cheques sem fundo e a jogatina

Marcos Braz, dirigente do Flamengo, está ligado a processo de cheques sem fundos - Gazeta Esportiva

De maneira constrangedora, chegou a público que o dirigente do Flamengo e também vereador do Rio de Janeiro, Marcos Braz, foi sentenciado, na Justiça, a pagar, no prazo máximo de 15 dias, calote de R$ 446,5 mil ao Jockey Club.

Sabe-se agora o destino de parte dos recursos que o cartola tem embolsado.

A origem, porém, é controversa.

Comenta-se, nos bastidores, que seria ligada à generosidade de empresários em transações de jogadores de futebol.

Segundo fonte, Braz teria, após perdido dinheiro em apostas, redobrado os aportes, emitindo diversos cheques sem fundos, acreditando na possibilidade de ‘virada’.

Em sendo verdade, combinando com as suspeitas que pairam, nos bastidores, sobre seu comportamento como cartola, qualquer clube minimamente preocupado com a imagem e a governança já teria ordenado o afastamento.

No caso da jogatina, por humanidade, para possível tratamento.

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