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Flamengo: de time do povo para clube da morte

Ontem (06), Vasco da Gama, Fluminense e Botafogo posicionaram-se abertamente contrários à possibilidade de retorno de público ao futebol, que a FERJ quer testar, apesar do ápice da pandemia.

O Flamengo, mantendo-se fiel ao genocida que infelicita o Planalto, mostrou-se a favor da prática, nos bastidores, calando-se, de maneira covarde, publicamente.

Não é o primeiro flerte com a morte nem silêncio diante da desgraça.

A gestão Landim levará o rubronegro a ocupar, em breve, páginas tristes dos próximos livros de história, que retratarão estes deploráveis anos da política nacional.

Do episódio da desgraça no Ninho do Urubu, passando pelo descaso com os familiares dos jovens carbonizados, o apoio explícito a um presidente que sentenciou parte da população à morte – entre os quais, muitos rubronegros, a conivência com o comportamento negacionista, entre outras imoralidades… nada será esquecido.

O time do povo, que sempre inspirou a vida, será, para sempre, lembrado como o clube que adotou a morte.

Triste retrato, não enxergado pelos que se iludem por conquistas esportivas, em semelhança quando torturas e assassinatos eram escondidos no Brasil ao mesmo tempo que a população saia às ruas celebrando a vitória da Seleção de 70.

A alegria no campo, corretamente comemorada, não pode turvar a visão do comportamento do Flamengo num cenário de cemitérios com fila, UTIs lotadas e genocídio diário.

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