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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“O espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia”

Albert Einstein: foi um físico e matemático alemão

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Abertura das Series A1 e A2 do Campeonato Paulista ano 2021.

Árbitros associados SAFESP

Conscientizem

Que vossa missão é aplicar as leis do jogo com personalidade, sem temor as contumazes chantagens de agressão e pressões advindas de onde vierem.

Mesmo

Que sua sobrevivência esteja amarrada as prováveis escalas, não ceda e não adule ninguém, tenha independência, segurança, autocritica e repugnância ao popular: Toma lá dá cá.

Fiquem ligados

Ultimando

Instruído jurisconsulto e presidente o SAFESP: Vai ou não entregar os HDs dos computadores da entidade no 23º DP situado no bairro das Perdizes, mirando comprovar a denúncia contra o senhor Marcelo Marçal, inserida na representação que assinaste e ali protocolada?

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37ª e 38ª Rodada da Série A do Brasileirão 2020

Domingo 21/02/2021

Flamengo 1 x 0 Internacional

Árbitro: Rafael Claus (FIFA-SP)

VAR

Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)

Item Técnico

Três lances que de pronto, chamaram minha atenção; explico:

1º – Rafael Claus estava distante da linha divisória da área grande flamenguista, quando Gustavo Henrique cometendo penalidade máxima puxou a camisa do oponente Yuri,

Jogo

Seguiu, goleiro dentro de sua área segurou à redonda, saiu com ela até a metade da grande área;

Tempo

Que assoprou o apito apontando a marca da cal, seguramente atendendo o SOS que lhe foi prestado pelo assistente 01: Marcelo Van Gasse (FIFA-SP);

Penalidade

Batida por Edenilson findada no fundo da rede flamenguista.

2º – Correta a marcação da falta cometida pelo defensor gaúcho Rodinei no oponente Felipe Luís,

Aproximando-se

Do ocorrido o boto-branco do apito não tirou do bolso nenhum dos cartões;

Todavia

Chamado pelo VAR foi ao monitor, reviu o caso, voltou e expulsou o defensor do Internacional,

Observação

No primeiro instante avaliei Rodinei cometeu falta temerária;

Depois

Do encerramento da refrega através computador revisando o lance, de cara,

Observei

Que Rodinei praticou jogo brusco grave, este rever me convenceu do acerto do VAR chamando o árbitro e indiretamente ter acertado na aplicação do cartão vermelho para o defensor da equipe gaúcha.

Clareando

A regra 12 diz: jogador que disputar a bola pela frente, pelo lado ou por trás utilizando uma ou ambas as pernas com força excessiva, ou colocando em risco a integridade física do adversário, pratica jogo brusco grave.

3º – Acerto do assistente Marcelo Van Gasse (FIFA-SP), sinalizando a posição de impedimento do flamenguista Pedro no lance acabado com a bola no fundo da rede da equipe gaúcha.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 04 para flamenguistas

Cartão Vermelho: 01 para defensores da equipe colorada

Remato

Nos momentos que necessitou evidenciar que fez jus por ser escalado, o dócil sabujo dos dirigentes da CBF e Federação Paulista de Futebol se fez de migue;

Notadamente

Ao passar a responsa da expulsão do gaúcho Rodinei para o VAR.

Segunda Feira 22/02

Botafogo-RJ 1 x 0 São Paulo

Árbitro: Bráulio da Silva Machado (FIFA-SC)

VAR

Rodrigo Dalonso Ferreira (SC)

Item Técnico

Inadmissível que o ostentador do escudo FIFA tenha tido a cara de pau para marcar a inexistente penalidade máxima favorável ao São Paulo, no tempo que Luciano correndo ao lado de um oponente sem ser tocado se joga no gramado;

Penalidade

Batida por Luciano, defendida pelo goleiro Diego.

38ª Rodada atinente a final da Série A do Brasileirão 2020

Quinta Feira 25/02

Internacional 0 x 0 Corinthians

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (FIFA-GO)

Assistente 01: Fabricio Vilarinho da Silva (FIFA-GO)

Assistente 02: Bruno Raphael Pires (FIFA-GO)

VAR

Rodrigo Dalonso Ferreira (SC)

Item Técnico

Durante o transcurso da contenda aconteceram três lances principais:

1º – Seguido do cruzar da bola efetuado por Moisés atacante do Inter, próximo linha lateral direita da meta corintiana,

Ramiro

Defensor corintiano deu carrinho apoiado no solo, no instante que a redonda bateu no seu braço esticado.

No

Ato e visão total do lance, o boto-branco sinaliza penalidade máxima seguido de gesticulações justificando a decisão.

VAR

Cumprindo sua missão através comunicação contradiz; soprador foi ao monitor, demorou 04 minutos, voltou anulando o que houvera determinado, e segue o jogo.

Cito

De pronto não consegui definir se penal ou não, contudo: vendo Replay convenci que o VAR acertou.

2º – Árbitro sobreveio por ter corroborado com a sinalização do assistente 02 Bruno Rafael Pires ao apontar a posição de impedimento do atacante Yuri do Internacional no momento que chutou a redonda profundo da rede corintiana, confirmado pelo VAR.

3º – No minuto final dos acréscimos da segunda etapa da posição de impedimento Edenilson, defensor do Internacional mandou à redonda profundo da rede.

Sem

Titubear assistente 01: Fabricio Vilarinho da Silva com personalidade e coragem sinalizou irregularidade, confirmada pelo VAR.

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para corintianos

Concluo

No mesmo dia e hora, conquanto derrotada pelo São Paulo por 2 x 1 a equipe do Flamengo beneficiada com o empate do Internacional;

Recebeu

O Título de Campeã da Série A do Brasileirão 2020


Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

Após a publicação, percebi que equivoquei-me ao verbalizar a análise do lance envolvendo o jogador Ramiro na partida entre Internacional e Corinthians.

O correto, que é o que queria, de fato, dizer, é que o VAR acertou ao indicar o erro, mas o árbitro, por falta de personalidade, falhou ao voltar atrás de uma decisão de lance em que estava ao lado da jogada.

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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Política

Autogolpe e guerra civil, eis a questão

Carta de Jungmann ao STF revela fundados temores de que o atropelo do Estatuto do Desarmamento e a interrupção do rastreamento de armas pelo Exército massacrem brasileiros e a democracia

O político pernambucano Raul Jungmann foi ministro da Defesa, ou seja, chefiou os comandantes das Forças Armadas à época em que o cargo era de civis, e da Segurança Pública, desmembrada do Ministério da Justiça no mandato-tampão de seu ex-colega na Câmara dos Deputados, Michel Temer. Tem, portanto, biografia e autoridade para que seja levada a sério sua carta aberta, dirigida aos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), denunciando as intenções autogolpistas de Jair Bolsonaro e a possibilidade de uma inédita guerra civil. Sua militância notória no Partido Comunista Brasileiro, o velho Partidão mais de paz do que de guerra, não o descredencia, como imagina quem acompanhe com um mínimo de atenção os mugidos do gado bolsonarista e o bip-bip dos robôs do gabinete do ódio. Ao contrário. À exceção da tristemente famigerada “Intentona” de 1935, que serviu aos propósitos autogolpistas do Estado Novo de Getúlio Vargas, sua trajetória dos últimos 85 anos na pouco serena República tem sido mais pacífica e serena do que beligerante. O próprio Luís Carlos Prestes, que a comandou, seria cobrado por ter subido ao palanque do caudilho gaúcho no interregno democrático, apesar de o estancieiro ter entregado a mulher dele, Olga Benário Prestes, grávida, aos esbirros nazis de Hitler.

Mais do que a História, contudo, dá força à advertência de Jungmann o fato indiscutível de relatar a mais simples e plana expressão da verdade. “Armamento evoca flagelo da guerra civil e massacre de brasileiros por brasileiros”, alertou Jungmann sobre quatro decretos do presidente da República, no manifesto em que clama por “urgente intervenção desta Corte visando a conjurar a ameaça que paira sobre a Nação”, conforme registra reportagem de Fausto Macedo e Samuel Costa, deste Estadão. Esses repórteres lembram que, “no último dia 12, o presidente Jair Bolsonaro editou quatro decretos de 2019 que regulam a aquisição de armas no País. Entre as mudanças, está o aumento, de quatro para seis, do número máximo de armas de uso permitido para pessoas com Certificado de Registro de Arma de Fogo. Além disso, também foram flexibilizadas a norma que exige autorização do Exército para compras de armas por caçadores e atiradores e a dispensa de registro dos comerciantes de armas de pressão junto ao Exército”. À época da edição de tais decretos, o autor destas linhas relatou a reação do então diretor de Fiscalização de Produtos Controlados pelo Exército, general Eugênio Pacelli, exonerado e, em seguida, transferido da ativa para a reserva em 25 de março de 2020. Na mesma ocasião, a procuradora da República no Distrito Federal, Raquel Branquinho, definiu a ação presidencial como violação da Constituição.

Em 22 de abril, conforme seria revelado depois, com a divulgação do vídeo por ordem do então decano do STF, Celso de Mello, o próprio chefe do Executivo, em reunião do Conselho de Governo, disse, em alto e bom som: “Eu quero todo mundo armado”. Desde a oportuna divulgação do vídeo em maio passado, foi possível verificar que ele se referia a facções de policiais militares de vários Estados, que lhe devotam fidelidade canina. Jungmann referendou todos os argumentos usados em comentários e textos deste escriba a respeito do perigo representado pela liberalização do comércio de armas e munições e pelo cancelamento de seu rastreamento. Conforme Macedo e Costa, “no texto, Jungmann defendeu que maior acesso a armas pela população aumentará os homicídios e impulsionará atividades criminosas, como as milícias e o tráfico de drogas. O ex-ministro alerta para ‘risco de gravíssima lesão ao sistema democrático com a liberação, pela Presidência da República, do acesso massificado dos cidadãos a armas de fogo’ e atribui ao governo ‘erro ameaçador’”. Não falta quem argumente que bandos criminosos não se armam em lojas, mas no contrabando de armas. Essa manifestação coletiva de estupidez, contudo, não elide o fato de que, zeradas as alíquotas de importação e sem rastreamento possível, aumentará o total de revólveres e fuzis disponíveis, podendo ser adquiridos em lojas ou subtraídos em assaltos a arsenais e paióis de Polícias Militares e pelotões de Forças Armadas.

O argumento populista do capitão cloroquina para armar golpistas ou propensos a pôr fim à democracia pela força é desarmado pelo ex-deputado pernambucano com a mesma facilidade com que milicianos e traficantes, mancomunados secretamente, furtam armas das mãos de cidadãos inocentes. É uma falácia mal-intencionada a de que “o armamento da população deve ser feito para garantir a liberdade dos cidadãos de bem”. De fato, segundo Jungmann, isso evoca “o terrível flagelo da guerra civil, e do massacre de brasileiros por brasileiros”. A polarização radical nos está pondo a um passo desse inferno abissal. O ex-ministro lembrou que, em 2019 e 2020, as mortes violentas voltaram a crescer no País e que, ao mesmo tempo, os registros de compra de novas armas “explodiram”. E completou: “90% a mais em 2020, relativamente a 2019, o maior crescimento de toda série histórica, segundo dados da Polícia Federal”.

A violação descarada do Estatuto do Desarmamento (Lei n.º 10.826, de 22 de dezembro de 2003), ao arrepio do Estado de Direito, mostra como tudo isso é muito grave e realista. É, então, urgente que venha a ser levado em conta por quem quer que se diga defensor da democracia, mas prefira não reagir como deveria. A lembrança está no calendário disponível em qualquer escrivaninha de brasileiro. “Nossas eleições estão aí, em 2022. E pouco tempo nos resta para conjurar o inominável presságio”, avisou o ex-ministro da Defesa e da Segurança Pública.

Publicado dia 22/02/2021 no Blog do José Nêumanne: Jornalista, Poeta e Escritor

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Finalizando

“A ditadura perfeita terá a aparência da democracia, uma prisão sem muros na qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga. Um sistema de escravatura onde, graças ao consumo e ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão”

Desconhecido

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-27/02/2021

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