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É óbvia a melhor escolha para a presidência do Conselho Deliberativo do Corinthians

Integrante

Juiz Fábio Soares

Não há dúvidas, entre os que prezam pelo mínimo de decência, sobre qual das opções à mesa escolher para o comando do Conselho Deliberativo do Corinthians, nas eleições marcadas para a próxima terça-feira (19).

Os currículos são bem conhecidos.

De um lado, apoiados pela diretoria, estão dois conselheiros vitalícios: Alexandre Husni, candidato a presidente, e André Negão, na condição de vice.

Do outro, conselheiros trienais (eleitos): o juiz de Direito Fábio Aguiar Munhoz Soares, na cabeça de chapa, tendo Armando Mendonça, parente do delegado Mario Gobbi, na vice-presidência.

O vice eleito assumirá, também, a gestão da Comissão de Ética e Disciplina do Corinthians.

Husni confessou, recentemente, atuação na compra de sentença de magistrados.

Não há, até onde se sabe, reparos a fazer no currículo de Fábio Soares, que, recentemente, ingressou com reclamação no Conselho Deliberativo contra a absurda absolvição dos conselheiros, associados e diretores, acusados de compras de votos nas eleições 2018.

Apesar disso, o caso foi abafado, novamente, pelo então presidente Antonio Goulart.

O magistrado desabafou, em entrevista:

“Infelizmente, volto a dizer, é um absurdo o que acontece no Corinthians nessa parte política… eu acho lamentável… lamentável”

“Dá vontade (de largar tudo), porque você ve esse tipo de coisa… não quer julgar… não quer apurar… ou seja, valeu a pena (o infrator) ter feito o que fez”

Apesar de tudo isso, o favoritismo é dos candidatos situacionistas, que deverão receber apoio total dos correligionários.

Há, entre alguns oposicionistas, que lutavam por uma composição diferente de chapa, o desejo de, como forma de protesto, sequer comparecer à votação, devolvendo ameaça proposta em reunião quando da escolha dos nomes.

Uma divisão que vem desde antes das eleições presidenciais.

Voltando ao resultado do pleito, o que se espera, evidentemente não de Husni, mas em caso de vitória do juiz Fábio Soares, que pertence à chapa do complicadíssimo Raul Corrêa da Silva, ex-financeiro do Corinthians, é comportamento de magistrado, sem favorecimentos a parceiros, perseguições a adversários ou ‘passadas de pano’ em problemas ocasionados pela diretoria.

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