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Jorge sem Jesus

Jorge Jesus se reúne com Bolsonaro em Brasília após título do Flamengo |  VEJA

As toscas palavras, que revelam profundos preconceitos, principalmente o racismo, frequentemente proferidas pelo deplorável ser-humano Jorge Jesus, merecem grande reação da sociedade.

É inadmissível que siga trabalhando sem qualquer tipo de admoestação.

Jesus foi, no Flamengo, durante determinado período, um grande treinador de futebol.

Ponto.

Nas demais equipes que dirigiu, nem tanto.

Chegou ao Brasil para trabalhar à favor de um grupo de agentes de jogadores ligados a Kia Joorabchian, em favorecimento dele próprio e de alguns cartolas rubronegros, bem conhecidos do submundo da bola.

Deu certo dentro e fora de campo – ainda que nesse ‘quesito’, em desfavor do Flamengo.

Embolsou durante a vida recursos suficientes para estudar, entender a vida, melhorar seus conceitos, evoluir.

Conviveu, como todos nós, com gente boa e também ao lado dos deploráveis.

Escolheu, lamentavelmente, o pior caminho, o da avaliação das pessoas pela cor da pele, da opção sexual, etc.

Por razões evidentes, basta pequena passada de olhos nos elencos que comanda, deve sofrer ao dar protagonismo a muitos daqueles pretos aos quais minimiza o sofrimento do racismo.

Assim como boa parte dos racistas e eleitores de fascistas, Jorge se apresenta como ‘religioso’, embora o Jesus que diz adorar, no contexto bíblico do mito, jamais aprovaria o que seu homônimo deve pensar no íntimo da alma, longe dos microfones – ocasião em que, apesar das barbaridades, deve policiar-se à sua maneira.

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