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Extrato da fracassada gestão de Andres Sanches no futebol do Corinthians

Tiago Nunes, demitido ontem do comando técnico do Corinthians, é a sexta troca de treinador promovida pela gestão Andres Sanches num período de dois anos e sete meses.

A multa rescisória é de R$ 1,2 milhão.

Cai por terra a fama de equilibrado gestor de futebol, que muitos jornalistas, até outro dia, insistiam em repetir.

Criação do período em que Tite foi mantido no cargo após derrota em pré-Libertadores, pelo fato do clube não possuir recursos financeiros para romper o contrato.

Sanches assumiu com Carille treinador, que saiu para a entrada de Osmar Loss (25 jogos), depois Jair Ventura (19 jogos).

Carile retornou para mais 69 jogos, na sequência Coelho assumiu (8 jogos), depois Tiago Nunes (27 jogos).

Agora retorna Coelho, que, quando garoto, era agenciado pelo atual presidente nas categorias de base do clube.

De 2018 para cá, desde que Sanches retornou ao poder alvinegro, o Corinthians não obteve boa colocação no Campeonato Brasileiro.

Nem na Copa do Brasil

Muito menos quando conseguiu disputar a Libertadores.

Aliás, os dois maiores vexames do clube no torneio foram sob gestões de Andres Sanches.

Assim como o rebaixamento à segunda divisão no Brasileiro 2007.

Conquistas recentes somente de Paulistinhas.

Centenas de jogadores foram contratados, quase todos oriundos de três fontes, subdividas por satélites alaranjados: Kia Joorabchian, Carlos Leite e Fernando Garcia.

Duílio ‘do Bingo’ Monteiro Alves, indicado por Sanches a sucede-lo, é parceiro, na condição de diretor (agora afastado) desses anos de resultados frustrantes da gestão do departamento de futebol alvinegro.

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