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Ponte Preta e a parceria com a WTorre

Com 93,4 % de votos, o Conselho Deliberativo da Ponte Preta aprovou parceria com a Wtorre para a construção de uma Arena em Campinas.

O lotação prevista, entre assentos e camarotes, é de 21.236 pessoas.


SETORES:

NOROESTE – 6.392 assentos
SUDESTE – 5.365 assentos
NORDESTE – 4.150 assentos
SUDOESTE – 4.150 assentos

Total de assentos – 20.057

CAMAROTES:

57 camarotes com 15 assentos cada – total de 855 assentos
Lounge Superior piso 1 (camarote) – 112 pessoas
Lounge Superior piso 2 (camarote) – 112 pessoas
Lounge Inferior (Entrada VIP) – 100 pessoas


Atualmente, o Moisés Lucarelli comporta 19.728, mas a PM permite apenas 17.728.

Trata-se, diferentemente do que pensa o torcedor ponte-pretano, e do que dizem os cartolas do clube, de um projeto que, após concluído, terá gestão absoluta da construtora – pelo menos até a conclusão do contrato, previsto para três décadas.

Ou seja, será uma Arena para shows que, eventualmente, poderá abrigar jogos da equipe de futebol – desde que não conflitantes, em data, com a agenda da Wtorre.

Outra questão a ser verificada é a atual condição financeira da construtora.

Em seu empreendimento mais famoso, a Arena Palestra, a Wtorre não colocou um centavo sequer de seu caixa, rolando a dívida, até os dias atuais, com emissões de debentures e empréstimos em cima de empréstimos.

Se hoje tudo está bem, amanhã, é difícil prever.

Fato é que se a Wtorre não conseguir, por razões diversas, honrar os compromissos, o Palmeiras, como devedor solidário, constando ou não no contrato, terá que fazê-lo.

Antes da assinatura, a Ponte deve conter a empolgação e, com a racionalidade, propor clausulas de segurança dispensadas pelo Verdão, evitando assim – até pelo fato de possuir menos recursos emergenciais – que surpresas desagradáveis possam, no futuro, botar tudo a perder.

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1 comentário em “Ponte Preta e a parceria com a WTorre”

  1. O que foi aprovado pelo CD foi autorização para que a diretoria analise um plano de negócios da WTorre referente a Arena. Disseram que em 4 – 6 meses a construtora apresentará esse plano e que deverá ser analisado pelos conselheiros. Questões pertinentes estão no ar; o que fazer com o estádio Moisés Lucarelli – parte dele é tombado pelo patrimônio histórico, a WTorre o comprará? A dívida com o desfrutável Sérgio Carnielli entrará no negócio? A Ponte será solidária nas dívidas com a Wtorre???

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