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Presidente do Conselho do Corinthians, após terceira condenação por improbidade, está inelegível pelos próximos cinco anos

Antonio Goulart, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, foi condenado, há quase um ano, em 25 de setembro de 2019, por Improbidade Administrativa, pela utilização de gráficas, que seriam dele próprio, mas em nome da esposa, em serviços de seus gabinetes e também nas sub-prefeituras de seus redutos políticos, na Zona Sul de São Paulo.

O fato, não noticiado até então, foi escondido de associados, conselheiros (excetuando-se os mais próximos) e torcedores do Timão.

Nesta data, Goulart já presidia o Conselho alvinegro.

Ao menos, R$ 136,6 mil de gastos indevidos foram comprovados.

Goulart, por ser reincidente, além de multa (próxima dos R$ 500 mil), foi apenado com a perda de cargo público (se estivesse exercendo) e suspensão dos direitos políticos por cinco anos.

O cartola alvinegro é veterano de punições, tendo sido condenado, em duas oportunidades, por malfeitos semelhantes.

Ambas relatadas pelo Blog do Paulinho:

Em 2011, pelo mesmo crime, com a utilização das mesmas gráficas, o TJ-SP condenou Goulart apenas ao pagamento de multa:

Candidato a presidente do Conselho do Corinthians, Goulart foi condenado por improbidade em “esquema” de gráfica

Quinze anos antes, em 1996, o vereador foi condenado, pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, a ressarcir os cofres públicos, por não conseguir justificar a utilização do repasse de dinheiro, oriundo da Secretária de Esporte e Turismo, ao CEAC – Centro de Estudos de Atuação Comunitária, ONG da qual era presidente.

Antonio Goulart, que quer presidir o Conselho do Corinthians, foi condenado pelo TCE-SP por ilegalidade em ONG

Apesar desse terrível currículo, Goulart, amparado pelo candidato a presidente Paulo Garcia, dono da Kalunga e irmão do agente de jogadores Fernando Garcia, é o principal nome do Conselho Deliberativo do Corinthians, o que, por razões obvias, explica muito da atual situação alvinegra.

Não à toa, apesar de CORI e Conselho Fiscal estarem se reunindo, virtualmente – assim como ocorre noutras agremiações, Goulart sentou em cima da convocação da reunião de avaliação das contas (de 2019) da gestão Andres Sanches, mesmo estando há pouco mais de dois meses de romper 2021, sob a pífia argumentação de que os conselheiros não saberiam utilizar o computador para exercerem o direito de voto.

Enquanto a Justiça pune esse tipo de gente, no Corinthians, tratados na condição de ilibados, alguns conseguem até assumir postos relevantes na administração alvinegra.

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