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O amor de Dedé

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Dedé decidiu não querer participar de um momento que pode ser dos mais tristes da história de seu clube do coração, o Vasco da Gama.

Está sendo duramente criticado por isso.

Seu clube, o Cruzeiro, pode selar o destino dos cruzmaltinos.

Está errado o jogador ?

Estaria, se a equipe mineira almejasse ainda qualquer colocação no torneio.

O zagueiro – Mito vascaíno – não se vendeu, muito menos decidiu prejudicar o Cruzeiro, profissionalmente, para favorecer o clube que ama.

Apenas, de maneira sincera, entendendo o contexto atual de sua equipe, pediu, humildemente, para ficar de fora de um jogo que nada acrescentaria a seu clube, mas que poderia, de alguma maneira, arrasá-lo pessoalmente.

Há sim a questão de outras agremiações envolvidas na disputa pelo rebaixamento com o Vasco da Gama, mas a situação, específica, precisa de ser compreendida, até porque, em analise contrária, emocionalmente abalado, poderia Dedé estar também ajudando os vascaínos se, na defesa, não atuasse em totais condições de jogo.

“Contusão” de alma, coração, por vezes pode ser bem mais grave – e comprometedora – do que qualquer problema físico.

Certo é que o exemplo de Dedé, de amor, raro no mundo capitalista do futebol, tem mais razões para ser admirado do que criticado, e deveria servir como lição a um ex-jogador do Vasco, que quase aceitou jogar no Flamengo, virou Presidente, e cometeu as mais diversas barbaridades, desrespeitando torcedores que dariam a vida para conseguir salvar o clube do segundo rebaixamento na mesma gestão.

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