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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Quando o corpo domina o cérebro, é porque a imoralidade já habitou a alma. Eis a decadência do ser”

Pensamento de: Edmilson Silveira

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Aurélio Sant’Anna Martins utiliza o SAFESP para autopromoção

De acordo com a live divulgada pelo Diário de Jacareí, datada no domingo 05/07/2020 (salvo cinca de memória), o ilustre jurista discorreu sobre sua vida na simpática cidade do vale paraibano, igualmente, como presidente SAFESP e árbitro licenciado.

Ao

Discorrer sobre arbitragem, Aurelio ressaltou que está licenciado do quadro da FPF para evitar problemas com a justiça,

Porque

Existe o impedimento, ao presidente e vice-presidente, de atuar no futebol garantindo subjetivamente que possui ética.

Contudo

Com sua conhecida ‘cara-dura’ deslembrou que sua vice-presidente Regildenia de Holanda Moura,

É

Instrutora técnica e assessora na CONMEBOL, assessora CBF relatando a parte administrativa das disputas e afere o trabalho da equipe de árbitros nos jogos administrados pela FPF.

Funções

Colidentes com o estatuído e com a moral; por ser inadmissível que meça o trabalho do árbitro e assistentes no campo de jogo,

Sobretudo

Se o desempenho de um deles não atendeu o inserido na parte técnica/ disciplinar das leis do jogo;

Nesta

Ação o descrito do ocorrido, ocasionará alguma punição,

Entra o fator imoral da vice-presidente SAFESP, exercendo atividade que:

Indiretamente

Desprezando o inserido no estatuto: Castiga o associado que deveria por ela ser defendido.

Lembrando

No transcorrer da campanha eleitoral a dupla Aurelio/Regildenia bateu e muito na gestão Arthur/Pedalini, garantindo que o caixa do SAFESP houvera sido raspado;

Vencedores

Até o presente não apresentaram dados que corrobore a raspagem do caixa e outras insinuações.

Inexplicável

Não ter convocado assembleia geral para avaliar as contas 2019, último ano da gestão Arthur Alves Junior e Leonardo Pedalini.

Digníssimo

Jurisprudente, presidente do SAFESP! Cumpra com o prometido na campanha respondendo:

1º – Cadê a contratação da auditoria independente que medira os passos da diretoria anterior?

2º – Vai ou não vai renunciar a verba de representatividade?

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Tributo ao futebol da várzea e seus clubes históricos

Associação Atlética Americana – Santos – Bairro Gonzaga

A ASSOCIAÇÃO ATLÉTICA AMERICANA, nasceu de uma divergência entre associados do Santos F.C., no dia a 14 de julho de 1914, sendo um dos mais antigos clubes santistas.

Teve

Papel proeminente nesse movimento, o saudoso esportista Raimundo Marques.

Ocuparam

A cadeira de presidente desde a base: Antonio Marques Neto, Olegário Lisboa, Alpheu Paim, Jorge Marques e Odilon Bezerra de Figueiredo, este: eleito por três vezes.

Posteriormente

A sua fundação, A.A. Americana cooperou na obra de reerguimento do esporte bretão na cidade de Santos, auxiliando a fundação da Liga Santista de Esportes Atléticos, cuja duração foi de apenas dois anos; neste,

Período

Convidou os demais clubes de Santos a se reunirem, expondo por intermédio de Olegário Lisboa e Raimundo Marques, fundamentos para uma nova entidade.

Fato

Ocorrido no dia 06 de novembro de 1916; batizando-a: Associação Santista de Esportes Atléticos;

Selecionando

Para presidente: Olegário Lisboa, sócio da Associação Atlética Americana.

No

Dia 14 de julho de 1917, a A.A. Americana inaugurou sua praça de esportes, recebendo o nome de “Coronel Montenegro”; ocupada neste julho 2020, pelo C.A. Santista.

Excursões

1ª – A. A. Americana foi para o Estado de Santa Catarina, enfrentando por duas vezes o selecionado de Florianópolis, vencendo as duas

2ª – Venceu o combinado de Curitiba no Paraná

3ª – Viajou e enfrentou equipes das cidades de São João da Boa Vista, Campinas, Sorocaba e Piracicaba, localizadas no interior.

Em

1925 conquistou o título de campeã de Santos, equipe formada por: Francisco Ramos, João dos Santos Meira, João Juliano, Domingos Banbace, Amadeu Derito, Floduardo Ferreira Filho, Francisco Egídio Martins, Horácio Mota, Washington Ferreira, Domingos Chaves Pires e Rodolfo Verano.

1926

Venceu o campeonato das 2ªs; e, nos anos 1927 e 1928, o campeonato das 3ªs. turmas.

Observação

No ano 1923, aprovando proposta dos associados Jordão Goulart e Aristio Serra, a A.A. Americana adquiriu um terreno na Vila Belmiro, à rua D. Pedro I, 50, aonde instalou sua praça de esportes.

Inauguração

Do estádio “Alpheu Paim”, ocorreu em 15 de março de 1925 com a presença de diversas autoridades e teve três partidas:

1º jogo – AMERICANA 1-0 PORTUGUESA SANTISTA (2º quadros)

2º jogo – AMERICANA 1-1 PORTUGUESA SANTISTA (1º quadros)

3º jogo – SANTOS 3-2 A.A. SÃO BENTO (de São Paulo)

Com

Esta vitória a equipe do Santos conquistou taça “Guilherme Guinle”, em homenagem ao presidente da Companha Docas de Santos, que contribuiu em muito para a construção do estádio.

1942

A Associação Atlética Americana foi a primeira equipe santista a jogar no Pacaembu, enfrentando o LPB, da Capital, pelo Campeonato de Futebol Amador do Estado de São Paulo

Lamentavelmente

Após o banimento da equipe A.A. Americana das atividades futebolísticas no início da década de 50, somado a especulação imobiliária crescente na cidade, o estádio foi vendido.

As cores

Oficiais do clube são azul e branco, a agremiação era conhecida pelo apelido de “A Fidalga”.

Recentemente

O clube possui poucos associados frequentadores de sua pequena sede no coração do bairro do Gonzaga, à Rua Jorge Tibiriçá, nº 2, utilizando-a para jogos de salão (carteado, dominó, etc.).

São

Considerados fundadores da A.A. Americana: J. Novais, Paulo Mesquita de Carvalho, Walter Rosas, Raimundo Marques, Alberto Couto, João Pereira, Poli Serpa Pinto, José Blandi, Oscar de Azevedo Marques, Dácio Silva, José Verano Ferreira, João Dias, Odorico Ratto, J. Lima Júnior, Militão Merina, Durval Damasceno e outros.

Composição

Da primeira diretoria: 29 de julho de 1914 a 31 de dezembro de 1915:

Presidente – Raimundo Marques; Vice-Presidente – Durval Damasceno; 1º. Secretário – Paulo Mesquita de Carvalho; 2º. Secretário – Oscar de Azevedo Marques; 1º. Tesoureiro – Militão Menna; 2º. Tesoureiro, Walter Rosas; Diretor de Esportes – Sidnei Simonsen Jr.; Mesa de Assembleia; Maurício Hess, Luis Ambrósio da Silva, Dácio Silva e Teodoro Piza.

Meus

Sinceros agradecimentos ao amigo e ex-árbitro Edmir Cordeiro por nos ter passado esta admirabilíssima minuta

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Aviso

Senhores dirigentes dos clubes amadores que queiram colaborar com este espaço deixem mensagens no site: http://blogdopaulinho.com.br, ou no whatsapp (11) 98402-3121, deixando número do celular para que eu possa dar retorno (lembrando que não se trata de matéria paga como ocorre noutros locais), ou seja, nada será cobrado, mas sim de conteúdo jornalístico com intenção de imortalizar a rica história das agremiações.

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Política

Missão impossível

Difícil convencer investidores de boas ações e intenções do Brasil no meio ambiente

Com Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Ricardo Salles (Meio Ambiente) sentados à mesa e deitando falação, como os investidores internacionais podem acreditar em boas intenções e ações do Brasil na defesa da Amazônia e das comunidades indígenas? Araújo ironiza a defesa do ambiente como “climatismo”, “coisa da esquerda”. Salles sofre uma repulsa geral por só pensar em “passar a boiada”. E o presidente Jair Bolsonaro acha tudo isso uma bobajada que atravanca o progresso.

Assim, há dúvidas quanto ao resultado da reunião de ontem do vice Hamilton Mourão, Tereza Cristina (Agricultura), Araújo e Salles com grandes investidores. No mundo de hoje, que governos, empresas e financiadores arriscam suas marcas apostando em países que desmatam, queimam, desrespeitam comunidades ancestrais? (E cultura, educação, saúde…)

É difícil e constrangedor pedir recursos a estrangeiros (ontem) e ao grande capital nacional (hoje) se… os R$ 33 milhões do Fundo da Amazônia estão mofando no BNDES, só 0,7% dos R$ 60 milhões da Operação Verde BR2 foram usados e o ministro do Meio Ambiente é alvo da Justiça, MP, Ibama, ICMBio e da torcida do Flamengo.

É difícil e constrangedor dizer que vai tudo bem, obrigada, se o desmatamento da Amazônia cresce há 13 meses seguidos e isso significa, como todo o mundo, literalmente, sabe, devastação no ato e queimadas depois. Sem falar de Cerrado, Mata Atlântica e das pujantes riquezas naturais brasileiras, ameaçadas por ideologia, ignorância e achismos.

É difícil e constrangedor reclamar de “uma visão distorcida” do mundo sobre o meio ambiente no Brasil, como já reclamou Bolsonaro na reunião do Mercosul, já que é o próprio presidente que manda os fiscais do Ibama descumprirem as leis e deixar os desmatadores em paz.

É difícil e constrangedor, também, explicar que Bolsonaro esperou se eleger presidente para punir o fiscal do Ibama que o multou por pescar em área proibida, demitiu o presidente do Inpe porque não aceitava os dados do desmatamento, tem ideias apavorantes para Abrolhos, Angra dos Reis e Fernando de Noronha e orienta seu governo a “passar a boiada” – como disse Salles na reunião de 22 de abril, referindo-se a leis e regras flexibilizando a proteção ambiental.

É difícil e constrangedor, ainda, jurar de pés juntos para o grande capital nacional e estrangeiro que o governo brasileiro se preocupa realmente com as comunidades indígenas e quilombolas, se o presidente acaba de vetar medidas de preservação da vida e das reservas, como fornecimento de água potável, cestas básicas e itens de higiene durante a pandemia. Argumento: a lei aprovada no Congresso não especificou as fontes de recursos? Ah, bem! Tudo explicado.

Por fim, é difícil e constrangedor explicar a proposta para escancarar as reservas indígenas para todo o tipo de exploração – mineral, agrícola, pecuária, até turística. Tudo isso, porém, pode ser explicado com uma única frase, do então ministro da Educação na histórica reunião ministerial de 22 de abril: “Odeio o termo ‘povos indígenas’, odeio esse termo. Odeio o povo cigano. Quer, quer, não quer, sai de ré”. Deveras educativo.

Só não é difícil, apesar de profundamente constrangedor, ver a imagem do Brasil esturricando pelo mundo afora, alvo de perplexidade de líderes democráticos, sociedades, parlamentos, empresas, mídia, chargistas e organismos internacionais. O “soft power” construído ao longo de décadas vira pó, deixando uma triste pergunta no ar: quanto tempo vai demorar para nosso País recuperar, não apenas investimentos e boa vontade do capital internacional, mas sobretudo a imagem, credibilidade e simpatia de todo o mundo?

Eliane Cantanhêde: Jornalista – Publicado no Estadão do dia 10/07/2020

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Fechando

“É numa sociedade com educação medíocre que os medíocres se sobressaem”

Carlos André Alves Batista – Pensador

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-11/07/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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