Advertisements

Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.br Email: caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“A máscara dos traiçoeiros cai perante a verdade. Mas o rosto dos leais brilham como o sol da justiça!”

Samuel Ranner – Pensador

———————————————————-

FPF contesta indagação do presidente SAFESP

Através oficio nº 005/2020, no dia 24 de janeiro, direcionado a Comissão de Arbitragem, Departamento Financeiro e Jurídico da FPF, Aurélio Sant’Anna Martins indagou sobre o desconto de 5% ao ISS.

Contrapondo

Reinaldo Carneiro Bastos presidente da FPF concordou desde que os árbitros passem a emitir NF,

Condição

Forçará os árbitros a ter inscrição de Microempreendedor Individual (MEI) – Lei Complementar 123/2006, relativa ao tratamento diferenciado a microempresas.

Procedimento

Que impedira ações contra a FPF na Justiça do Trabalho;

Vez que

O relacionamento entre FPF e árbitro passara a ser entre pessoa jurídica.

Interpretando

Pergunta e resposta; estou convencido que Aurélio Sant’Anna Martins escorregou na casca de banana e prejudicou os árbitros.

Alusivo

A absurda indicação José Aparecido Oliveira para representar o SAFESP no STJ/FPF lembra-me as censuras que Aurelio endereçou para Arthur Alves Junior, por ter indicado o deputado Antonio Assunção de Olim; como principal: que ele não era associado.

Respaldado

Na critica do deputado não ser associado, desafio o eminente jurista e presidente entidade representativa dos árbitros,

Provar

Que José Aparecido Oliveira permaneceu no quadro associativo nos últimos dez anos?

——————————————————-

Tributo ao futebol da várzea e seus clubes históricos

Turma do Bagaço

No início da década 1980, o Colégio Arquidiocesano, na Vila Mariana, através do Irmão Leão, sabiamente foi integrando pais de alunos, professores e funcionários,

Através

Da realização de um campeonato de futebol envolvendo essas pessoas, jogado aos sábados nos dois campos naquela época existentes dentro do próprio colégio;

Foi

Constituída uma diretoria comandada pelo Irmão Leão, com participação efetiva dos progenitores,

Definiram

Regulamento e código de disciplina

José Favile Neto

Ex-árbitro FIFA, CBF e FPF era coordenador da seção atinente.

Sobressaindo

Várias contendas televisadas pela TV Cultura, relatadas por Luiz Noriega.

Com

Passar do tempo alguns alunos trocaram de colégio, outros, para faculdade,

Componente

Impedidor para prosseguir nos campeonatos do colégio;

Barreira

Ocorrida no final do ano 1982, motivando seus pais se reunir no campo do CA XI de Agosto existente ao lado do prédio do DETRAN no Bairro Ibirapuera.

Neste

Período um dos participes disse: “Estamos num bagaço danado, nem em colégio de padre podemos jogar”.

Citação

Introdutiva para fundação da Turma do Bagaço, oficializada no dia 25 de janeiro de 1983;

Hoje

Associação Recreativa Turma do Bagaço, apresentando como lema e filosofia:

“É preciso Crescer Juntos em Família”, semeado pelo patrono Irmão Leão.

Cinco

Pessoas lideraram o nascimento: Moacyr do Carmo e Silva (falecido), Oswaldo Vilas Boas, Sérgio Luiz Vairo, Hugo Giovanette e Pedro Dias Leite.

Após

Alguns anos jogando no campo do DETRAN, o Centro Acadêmico XI de Agosto (dono do campo) pediu a liberação do campo,

Forçando

Mudança um campo vizinho ao CEAGESP (onde hoje é o parque Vila Lobos) ficando escassa temporada,

Retornando

Para o campo do DETRAN, num tempo pouco perturbado, não obstante, o grupo continuou unido.

Pouco

À frente, outra vez, o Centro Acadêmico XI de Agosto solicitou que o campo não fosse mais utilizado, alugando o espaço para um circo.

Época

Da mudança para o campo de uma fábrica em Osasco, chamada FERBATE,

Em seguida

Mudança para Cidade de Cotia, permanecendo pouco tempo, voltando para Osasco, desta feita no campo do Delta, permanecendo mínimo período.

Ano 1997

Associação Recreativa Turma do Bagaço mudou para o campo do Hospital de Aeronáutica de São Paulo, no campo de Marte, ficando 20 anos.

Nova

Mudança no mês de fevereiro do ano 2018 para o CD da Associação Portuguesa de Desportos, onde ficou um ano, indo para o CDC Goodyear,

Donde

Mudou para a Ibrachina Arena posicionada na Rua Borges Figueiredo-Mooca

Notando

Os campeonatos entre associados são divididos por semestre:

– Primeiro do mês de fevereiro até o fim de junho.

– Segundo do mês de agosto até meados de dezembro.

Em meio

Aos intervalos dos respectivos semestres são realizadas contendas amistosas versus outras agremiações

Durante

O transcorrer destes anos segundo estatuto os presidentes foram eleitos democraticamente, e, após posse, com a,

Colaboração

Dos demais diretores, coordenadores, principalmente dos sócios Bagaceiros, a instituição tem mantido fraterna e solidariamente os princípios de ordem e disciplina, base indispensável, para um crescimento integrado familiar.

Presentemente

Associação Recreativa Turma do Bagaço tem um grupo 240 associados, conduzida pelos administradores:

Presidente: José Roberto Abdalla

Vice-presidente: Vagner Tadeu Orlando

Diretoria financeira: Carlos Piccolo

Secretário: Marcos dos Santos Laginhas.

Findando

Meu sincero agradecimento ao coautor e vice-presidente Vagner Tadeu Orlando

———————————————————-

Aviso

Senhores dirigentes dos clubes amadores que queiram colaborar com este espaço deixem mensagens no site: http://blogdopaulinho.com.br, ou no whatsapp (11) 98402-3121, deixando número do celular para que eu possa dar retorno (lembrando que não se trata de matéria paga como ocorre noutros locais), ou seja, nada será cobrado, mas sim de conteúdo jornalístico com intenção de imortalizar a rica história das agremiações.

————————————————————

Política

O Lobo na Pele De “Jairzinho”

A nova fábula inventada pelo governo é a de que ele agora roga pela pacificação. Quer a paz, o armistício, o entendimento. Com o Congresso, o Supremo, os indigenistas, médicos, professores, quem aparecer pela frente. Deixou de lado o tom beligerante, a arrogância voluptuosa do “eu que mando”.

A versão mal acochambrada do “Jairzinho paz e amor” — tal qual a embalagem marqueteira do demiurgo do agreste “lulinha…”, deixa prá lá, criminoso já encarcerado no passado — tem intento e razões de ser. O mandatário de quatro costados, seguro de si por se julgar sustentado pela caserna e pelas ruas, perdeu o chão. Não se vê mais como aquela cocada toda.

Dos militares ouviu que seria bom (impositivo até) baixar o tom. Da plateia de eleitores soube, espantado, não existir qualquer apoio a aventuras ditatoriais nessas paragens.

Em pesquisa que calou seus arroubos, 75% dos entrevistados disseram-se a favor da democracia, 52% não gostam nada da presença fardada no poder político e a maioria absoluta abomina ímpetos golpistas. Acabou o assunto. E com ele os sonhos totalitários de um capitão reformado.

Mas tem mais: Bolsonaro no Planalto, filhos, apaniguados, militantes, aliados, paus mandados e operadores estão, por várias frentes, acuados. O presidente em pessoa enfrenta ao menos duas investigações no Supremo. Os rebentos Flávio e Carlos, idem, na Justiça Federal do Rio.

Amigos de longa data, presos ou sob suspeita. Financiadores de esquemas de fake news no “gabinete do ódio”, parlamentares engalanados que participaram das “rachadinhas”, a tropa de ministros ideológicos que aprontam e atrapalham, gerando prejuízos sonoros, a cumbuca inteira dos seguidores, passaram da condição de pedra à vidraça. Bolsonaro virou bonzinho, baixou a bola, porque está amargando consecutivas derrotas e, mais grave, sob sério risco de perder o cargo e a glória antes do tempo. Emite sinais de conciliação para remendar os estragos. E olha que não foram poucos.

Na comunidade internacional, Bolsonaro encontra no momento o ambiente mais adverso possível.

Com riscos de perder até o maior aliado. Donald Trump, o ídolo indomável, a referência para tantas diabruras, que pode em alguns meses não estar mais lá na cadeira de homem mais poderoso da Terra.

Corre séria ameaça de fracassar nas eleições por falhas, digamos, decibéis abaixo das praticadas pelo líder bananeiro da parte de cá das Américas.

O mundo, no último final de semana, recebeu manifestações em dezenas de países e continentes com os dizeres “Stop Bolsonaro”. Há uma revolta generalizada em especial com o seu descaso pelas queimadas e desmatamentos, que sangram a Amazônia. Ninguém deseja ou aguenta mais tamanha destruição e vai punir o Brasil, talvez como cúmplice, pelo disparate do seu chefe de Estado.

Um grupo de 29 instituições financeiras, entre as maiores do planeta, responsáveis por nada menos que US$ 3,7 trilhões em recursos (ou o dobro do PIB nacional) emitiram uma carta ameaçando claramente retirar seus investimentos daqui caso o País siga subindo seus índices de afrontas ambientais. Já se sabe, o tema caiu para o último lugar na hierarquia de atenções do “mito”.

Mas ele quer se redimir, tomar prumo. É o que alega.

Na verdade, Bolsonaro está por alguns dias comportado, mas não se emenda. Nem acalente esperanças! Não é da natureza dele.

Quem age, coloca panos quentes e se mexe no meio de campo é a entourage dos ministros e assessores conscientes. Bolsonaro fez o que era possível e estava ao alcance do seu limite: saiu de campo.

Algumas semanas sem Jair e com o “Jairzinho Paz e Amor” atuando foram, no mínimo, pedagógicas. Uma ausência que preencheu uma lacuna. Sem o tom histriônico e desagregador do capitão, o País pôde finalmente cuidar do que interessa.

O lobo ficou na toca e movimentações producentes, como a da negociação do czar Paulo Guedes com deputados para evoluir na pauta econômica, conseguiram ganhar prioridade.

Sem o presidente irascível o País evoluiu melhor. Quem diria! A ausência bem vinda.

No coração do poder reina, momentaneamente, um comandante manietado, tutelado pelas forças militares, tolhido pelo descrédito junto aos demais poderes, ignorado por tantos disparates e imprudência. Não o imagine como vítima. Jamais! Está sim na posição de réu por malfeitos em série. Alguém em quem não se pode confiar. Não apenas pelas mentiras que professa, mas pelos atos indomáveis e inconsequentes que executa.

O lobo ainda está ali, mas vestiu, por conveniência, a pele de Jairzinho.

Jornalista Carlos José Marques – Publicado no dia 03/07/2020 edição número 2634 da ISTOÉ

———————————————————

Terminando

“Eu achava que a política era a segunda profissão mais antiga. Hoje vejo que ela se parece muito com a primeira”

Ronald Reagan: foi um ator e político norte-americano, o 40.º presidente dos Estados Unidos

———————————————————-

Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-04/07/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

Advertisements

Facebook Comments

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Open chat
Olá, seja bem vindo ao Blog do Paulinho ! Deixe aqui suas dúvidas, sugestões e denúncias. Todas as mensagens serão lidas
%d blogueiros gostam disto: