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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

“Este corpo no final será misturado com a lama. Por que permanecer na arrogância?”

Kabir: foi um dos grandes poetas místicos ou santos-poetas da Índia medieval

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Altivo presidente SAFESP! Cumpra com seu dever sem tirar proveito do cargo e conspurcar árbitros que estejam necessitados pela paralização dos campeonatos

– Passado 100 dias desde sua posse, tempo bastante para tornar pública parte das apurações referente à gestão Arthur/Pedalini, acusada por vossa senhoria e sua vice-presidente de ter cometido várias irregularidades e deixado o caixa da entidade sem nenhum tostão.

– De acordo com o Art. 70 que aborda fiscalização contábil e seu Parágrafo Único; é dever de qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome dela, assuma obrigações de natureza pecuniária.

Neste componente

A Assembleia Geral para prestação de contas ano 2019 e projeção para o ano 2020, deveria ser consumada até 30/04/2020;

Contudo

Devido os problemas causados pelo coronavirus, o governo federal editou a MP 931 adiando a exigência para o último minuto do dia 31/07/2020.

Sendo assim

Probíssimo presidente Aurélio Sant’Anna Martins: Bem antes do dia 31/07/2020 lembre-se de cumprir a lei convocando Assembleia Geral para prestação de contas ano 2019 e projeção para 2020;

Se Possível

Convoque seu predecessor Arthur Alves Junior, o vice Leonardo Schiavo Pedalini, igualmente, o tesoureiro Carlos Pianosqui, objetivando que detalhem sobre as finanças e demais fatos relativos ao tempo que administraram o SAFESP;

Não sendo possível

A convocação dos seus antecessores na Assembleia para prestação de contas 2019 e projeção 2020; recomendo que convoque,

De pronto

Assembleia Geral solicitando aos antecessores acima citados para que esclareçam as denuncias provida de sua vice-presidente, funcionarias integrantes do Conselho Deliberativo e integrantes da categoria que tenham com eles colaborado;

Vez que

Desta forma, todo aquele que narrava nos cantos da vida que havia falcatruas na gestão Arthur e diretoria; o faça de corpo presente.

Deplorável e abominável

Suas depreciáveis asseverações para com os árbitros federados, principalmente em relação aos que arbitram nas categorias inferiores por serem os mais prejudicados com a paralização dos respectivos campeonatos.

Afirmativas

Conforme constatado no link abaixo da sua foto,

Como exemplo

No momento que voltou a se autopromover dizendo que na condição de advogado estava procurando caminho jurídico para entrar com ação contra a FPF,

Objetivando

Que os árbitros recebam os valores referentes à propaganda estampada no uniforme;

Esquecendo

Que no ato da inscrição para integrar o quadro da CA-FPF, o árbitro assina documentação avaliada por duas testemunhas isentando-se desde fato,

Aquiescência  

Que Vossa senhoria deva ter feito em anos anteriores

Continuando neste tema

Ao ver e ouvir vosso participar me fixei na sua forçada movimentação para exibir o logotipo de uma academia na sua camiseta;

Este

Comportar comprado com seu comentário que os árbitros não recebem ao propagarem o logotipo em suas camisas;

Faz-me

Crer que recebeste algum brinde.

https://youtube.com/watch?feature=youtu.be&v=zKeKAtzsYRk

Sugestão

Sábio jurista e presidente do SAFESP: desça da pirâmide de gelo, chute sua soberba, respeite os associados federados, amadores e árbitros antigos que iniciaram o SAFESP;

Vez que

Não fossem os mesmos, nos quais me incluo (apesar de eliminado por duas vezes nas gestões José Assis Aragão) o SAFESP não teria sede própria, e:

Recomece

Sua gestão com outro proceder ou renuncie.

Por ultimo

Vai ou não firmar e cumprir documentação renunciando a verba de representatividade orçada no hoje por volta de R$ 7.000,00?

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Política

Tempos de misericórdia

A situação atual pede a todos uma atitude de profunda solidariedade

Na homilia do domingo passado, chamado pelos católicos de Domingo da Misericórdia, o papa Francisco fez algumas reflexões que podem ser de especial utilidade nestes tempos de pandemia. A crise atual exige do poder estatal uma resposta diligente e abrangente, que enfrente as inúmeras questões sanitárias, médicas e econômicas trazidas pela pandemia. Mas a situação atual também pede a todos uma atitude de profunda solidariedade. Não se conseguirá realizar a grande prioridade, que é cuidar das pessoas, sem o envolvimento de todos – governo, empresas e cidadãos.

“Na provação que estamos atravessando, também nós, com nossos medos e nossas dúvidas como Tomé, reconhecemo-nos frágeis. (…) Descobrimos que somos como belíssimos cristais, simultaneamente frágeis e valiosos”, lembra o papa Francisco. Se a pandemia desvela a incrível fragilidade do ser humano e de seus projetos – basta ver que o novo coronavírus impôs a todos um ano de 2020 completamente diferente de qualquer planejamento -, ela também revela que a vida de todo ser humano merece toda a atenção. Não cabe fazer cálculos com a vida humana. “A misericórdia não abandona quem fica para trás”, afirmou o papa Francisco.

Na homilia, foi lembrado que não basta que cada um vença individualmente o novo coronavírus. É preciso preocupar-se de todos. “Agora, frente a uma recuperação lenta e árdua da pandemia, este perigo se insinua: esquecer quem ficou para trás”, disse o papa Francisco. “O risco é que nos atinja um vírus ainda pior: o da indiferença egoísta.” É grande o estrago causado pelo vírus da indiferença. “Chega-se a selecionar as pessoas, a descartar os pobres, a imolar no altar do progresso quem fica para trás. Esta pandemia, porém, lembra-nos que não há diferenças nem fronteiras entre aqueles que sofrem. Somos todos frágeis, todos iguais, todos valiosos.”

O papa Francisco também manifestou um desejo. “Oxalá o que está acontecendo mude o nosso interior: é tempo de remover as desigualdades, sanar a injustiça que mina pela raiz a saúde da humanidade inteira!” O enfrentamento da pandemia tem suscitado várias mudanças de hábitos sociais, como novas práticas de higiene pessoal e de consumo. Mas a pandemia é igualmente ocasião para repensar valores e objetivos. “Não pensemos só nos nossos interesses, nos interesses parciais. Aproveitemos esta prova como uma oportunidade para preparar o amanhã de todos, sem descartar ninguém”, advertiu o papa.

Cultivar esse olhar amplo, que não apenas vê os interesses pessoais, mas a coletividade, é mais do que mera questão de foro individual. Como alertou o papa Francisco, “sem uma visão de conjunto, não haverá futuro para ninguém”. Esta é uma das grandes verdades que a pandemia do novo coronavírus tem relembrado: os destinos humanos estão sempre entrelaçados. Ninguém é uma ilha isolada. O que cada um faz interfere, positiva ou negativamente, nos outros.

O respeito à quarentena, por exemplo, é muito mais do que um cuidado com a saúde pessoal ou a da família. Zela-se por toda a coletividade. Ao contribuir para diminuir o ritmo de infecção do novo coronavírus, geram-se efeitos positivos, por exemplo, sobre todo o sistema de saúde, o que é decisivo para quem tem menos condições e está mais vulnerável.

No dia seguinte à homilia do papa, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e outras entidades, como a Comissão Arns, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), entregaram ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, o Pacto pela Vida e pelo Brasil. Baseando-se nos princípios da solidariedade e da dignidade da pessoa humana, o documento conclama à união e ao diálogo, reclamando soluções conjuntas “para que ninguém seja deixado para trás nesta difícil travessia”.

É preciso cuidar de todos, com um olhar que não se detenha em diferenças políticas ou ideológicas. Viver em sociedade não traz apenas custos ou complicações. Ela possibilita e potencializa a solidariedade. Somos humanos. Ninguém está sozinho.

Opinião do Estadão publicada no dia 22/04/2020

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Finalizando

“A realidade pode mudar, o homem pode mudar. Procurem ser vocês os primeiros a praticar o bem, a não se acostumarem com o mal e sim vencê-lo”

Papa Francisco 

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-25/04/2020

Confira abaixo o programa “COLUNA DO FIORI”, desta semana.

Nele, o ex-árbitro comenta assuntos, por vezes, distintos do que são colocados nesta versão escrita:

*A coluna é também publicada na pagina http://esporteformigoni.blogspot.com

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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