Corinthians não tem direito à carência emergencial da CAIXA

A CAIXA anunciou, na última semana, carência de três meses para pagamentos dos contratos de seus clientes.
O procedimento foi adotado por conta dos efeitos da pandemia do coronavírus.
No mesmo dia, a diretoria do Corinthians fez chegar à imprensa que reivindicaria esse direito para as parcelas do estádio de Itaquera.
É pouco provável que consiga.
O Banco deixou bem claro, em seu comunicado, que somente quem estiver com pagamento em dia de seus compromissos será acolhido pela determinação.
Há mais de um ano o Arena Fundo FII, gestor das finanças da Arena, por determinação do Timão, não realiza um pagamento sequer das parcelas do estádio.
O Fundo também tem dinheiro a receber do alvinegro, que lhe deve mais de R$ 50 milhões em repasses de arrecadações de suas partidas, previstos no acordo com a CAIXA.
Ao sugerir que estaria entre os beneficiados da carência, o Corinthians esconde a verdade ao torcedor e a seus conselheiros, com objetivo, talvez, de passar por ‘perseguido’ ou até mesmo de pressionar o banco, publicamente, a quebrar as regras estabelecidas de ajuda a população.
