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Aulas de português e etiqueta com o soldado Sérgio Moro e sua ‘conje’

A família Moro pode não ser das mais confiáveis, mas é inegável que proporciona sensações únicas aos brasileiros.

Os que pensam menos tratam-nos como heróis, apesar do que tem revelado, corajosamente, o site ‘The Intercept’.

Quem estudou fica, dependendo do ato revelado, entre a indignação e o constrangimento.

A irritação, evidentemente, se dá diante da utilização da justiça para fins políticos, com direito a recompensa (ministério) e promessa de ‘pagamento’ posterior (cargo no STF).

O sentimento de vergonha alheia surge quando Moro e sua ‘conje’ abrem a boca, ou fazem postagens, reveladores da profunda incultura do casal.

Por vezes, nem eles suportam a própria estupidez.

Foi o caso da Sra. Moro, que, sabe-se lá por quais motivações, publicou uma mesa posta, visualmente risível, com dizeres ‘românticos’ e a pretensão de combater o feminismo.

Talvez tenha conseguido despertar a paixão do marido, mas também a perplexidade dos que desacreditaram que tamanha bobagem pudesse ser exposta sem que houvesse motivação conhecida para tal.

No dia seguinte, um surto, raro, de bom-senso – motivado pela óbvia repercussão negativa – acometeu a ‘conje’ do Ministro, que deletou a postagem e, procurada por jornalistas, recusou-se a comentar sobre o assunto.

Melhor mesmo esquecer.

Porém, quase simultaneamente, o marido Moro, mentor de Deltan Dallagnol e outros subservientes do MPF, decidiu homenagear o ‘dia do Soldado’, postando uma foto sua, de arquivo pessoal, trajado como ‘pracinha’, acompanhada de um texto escrito com seu tratamento peculiar da lingua portuguesa:

“Há mil anos atrás, mas orgulho de ter dado pequena contribuição. Feliz dia do soldado”.

Os professores do idioma pátrio que cuidaram de Moro durante sua vida acadêmica, que certamente lembram-se de aluno tão capaz, não devem estar ‘orgulho (sos)’ em saber que, para o Ministro, a frase “Há mil anos”, que não necessita, por razões óbvias, do termo ‘atrás’, abre a possibilidade de ser, indevidamente, terminada em tempo futuro.

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1 comentário em “Aulas de português e etiqueta com o soldado Sérgio Moro e sua ‘conje’”

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