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Não há o que justifique Vadão no comando da Seleção Feminina na Copa do Mundo

Em junho, a Seleção Brasileira feminina entrará em campo para a disputa da Copa do Mundo de Futebol da categoria, sem, porém, o favoritismo de outrora.

Apesar de contar com Marta, a melhor jogadora do planeta, o time treinado por Vadão perdeu todos os seus últimos nove jogos, quase sempre com atuações lamentáveis.

A situação é bem parecida com a do genial Messi, na Argentina, refém da mediocridade de seus compatriotas.

Difícil é entender o “prestígio” de Vadão na CBF, alçado ao posto sob fortes protestos de suas próprias atletas, que preferiam a manutenção da treinadora anterior, situação que pode explicar, talvez, parte do atual fracasso.

Sem conjunto, desmotivada e dependente de lampejos, a Seleção corre risco de voltar para casa como protagonista no maior vexame da equipe, incluindo a versão masculina, em toda a história dos mundiais.

Deve haver explicações inconfessáveis para a não alteração do comando técnico, ainda que às vésperas do torneio, situação que, em regra, seria inadequada, mas nesta exceção plenamente justificável.

Seria impossível piorar o que já é absurdamente péssimo.

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