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Justiça Eleitoral reconhece fascismo em Jair Bolsonaro

A deplorável sentença de um TSE incapaz de coibir ou punir as mais diversas fraudes ocorridas neste período eleitoral brasileiro, censurando manifestações democráticas de estudantes, dentro de suas respectivas universidades – solo sagrado para formação intelectual de boa parte da população – que se postaram, publicamente, contra o fascismo, remete a tempos sombrios que pareciam perdidos no passado.

Pior ainda foi a justificativa: propaganda contra o candidato Jair Bolsonaro.

Nesse contexto, o TSE, tacitamente, colou no candidato de extrema-direita o rótulo que o próprio, sem sucesso, tenta desmentir.

Ao demonstrar amplo conhecimento do perigo representando por Bolsonaro à vida brasileira, em vez de coibir a manifestação democrática, não seria melhor enquadrar o fascista nas leis já existentes no Código Penal, iniciando procedimento, no mínimo, de esclarecimento de fatos e comportamentos, alguns obscuros, outros bem explícitos, de incitação ao ódio, ao horror ?

Entre tantas omissões verificadas nos últimos meses, todas fomentadoras, direta e indiretamente da intolerância, a do judiciário, atacado frontalmente por essa gente nos últimos dias, pode premiá-los com a falta de liberdade que tentaram, estranhamente, tolher de jovens pensantes e ativos nesses tempos sombrios e preocupantes.

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