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Pedrinho e Vitinho

O limitado Corinthians, mal administrado pela turma de Andres Sanches, tem boas chances de conquistar o tetra-campeonato da Copa do Brasil, após vencer por dois a um ao Flamengo, acostumado a perder na gestão Bandeira de Mello.

Num jogo com domínio estéril do rubro-negro – como já havia ocorrido no Maracanã, a parte alvinegra, maioria entre os mais de 44 mil presentes na Arena de Itaquera, foi salva pela arte do único jogador em campo capaz de subverter, integralmente, a lógica esperada pelos treinadores pragmáticos, entre os quais Jair Ventura, do Timão.

E ainda joga com raça, o especial Pedrinho, autor do tento de desempate no seu 38º segundo em campo, após ter entrado, aos 22 minutos do segundo tempo, na vaga do comum Clayson.

Pena que, alertado por Andres Sanches, o sócio Kia Joorabchian já esteja oferecendo a joia às equipes europeias.

Pedrinho é o potencial a ser lapidado que nega-se a seguir a “regra do jogo”, estipulada por mediocres que, em vez de querer vê-lo enfileirar os “Joões” de Mané, preferem subvertê-lo à infelicidade de marcar os que lhe são, futebolisticamente, inferiores.

O menino faz da pulsação da Fiel combustível alimentador de suas responsáveis peraltices.

No Flamengo, tão vítima da ineficiência administrativa quanto o Corinthians, talvez, apenas menos roubado (porque não dá para competir com os mais eficazes ladrões do futebol brasileiro), o futebol é a cara do desastre.

Nunca se jogou com tamanha palidez nesta agremiação, marcada pela emoção.

Não à toa, o clube acumula derrotas, vexames e parece, tirante o pobre torcedor rubro-negro, não se importar com o fracasso.

Os mais de R$ 40 milhões pagos pelo superfaturado Vitinho, negócio que pode ter salvado a vida financeira de muitos intermediários, entre os quais, provavelmente, dirigentes, é o maior exemplo do caos no departamento de futebol do Flamengo.

Um desastre de avaliação.

Vitinho é incapaz de pensar quando tenta, e não consegue driblar, possui visão de jogo limitada e parece não sentir, no gramado, um Maracanã inteiro de almas rubro-negras vibrando e torcendo pelo seu sucesso.

A antítese da paixão flamenguista.

Fraude comparável ao “gestor” Bandeira de Mello, seu contratante, que não diz a verdade sobre as contas rubro-negras e, mesmo fracassando nos objetivos maiores do clube, utiliza-o para fins pessoais, a serem alcançados no parlamento brasileiro.

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