Justiça penhora direitos de empresário sobre Gabriel Jesus para quitar calote de 2009

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Em novembro de 2009, o Bradesco ingressou na Justiça para cobrar calote em título bancário de responsabilidade de Fabio Caran, empresário de jogadores de futebol.

À época R$ 22.626,65.

Hoje, em valores corrigidos, acrescidos de multas e despesas anexas: R$ 65.848,42.

Desde ontem, por decisão da juíza Daniela Claudia Herrera Ximenes, da 2ª Vara Civil de Santana, os direitos do agente sobre o jogador Gabriel Jesus estão penhorados (até o valor da pendência), com aviso expedido para a CBF e o Palmeiras.

Há ainda a determinação de que qualquer pagamento devido a Caran pela transação do atleta com o Manchester City, da Inglaterra, seja depositado única e exclusivamente em conta judicial a ser aberta na agência do Banco do Brasil localizada no Fórum de Santana.

O empresário teria direito a 22,5% sobre o negócio, mas o Verdão, dizendo-se amparado em suposta quebra contratual, reluta em realizar o pagamento, ação esta que poderá impedir as pretensões, pelo menos até que seja resolvida a questão, de recebimento de valores pelo Bradesco.

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