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Coluna do Fiori

fiori - dicunto

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito limpo

A história justifica tudo quando se quer. Ela não ensina rigorosamente nada, pois contém tudo e dá exemplos de tudo.

Paul Valéry – foi um pensador e poeta francês

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Fonte de rendimento do presidente do SAFESP

1

Na ocasião de sua primeira “eleição” para a presidência do SAFESP, Arthur Alves Junior apresentava como principal fonte de renda, seu emprego direto ou indireto no quadro de funcionários da FPF, obtido na primeira metade do ano 2000

CA-FPF

Na condição de principal assessor do presidente da Comissão de Árbitros, durante anos, Arthur Alves Junior mandou e desmandou

Antipatia

O método usado por Arthur a muitos favoreceu, ao mesmo tempo, outros foram prejudicados, principalmente, os poucos que dele mantinham distância

Baralhando

Arthur Alves Junior que tinha objetivo a presidência do SAFESP, sem pestanejar, junto a alguns semelhantes, aceitou ser o secretário da COAFESP-Cooperativa dos Árbitros de Futebol (COAFESP) na gestão Silas Santana, idealizada pelo presidente da FPF, Marco Polo Del Nero, após divergências com Sérgio Correia da Silva, à época, presidente do sindicato dos árbitros

Presidente

O tempo passou, surgiu a eleição para o cargo de presidente do SAFESP, apoiado pela diretoria da FPF, na condição de candidato único, Arthur foi eleito presidente

Amoral

Expressando sua ambição, inexplicavelmente, Arthur permaneceu no cargo de principal componente da CA-FPF, que lhe conferia o dever de escalar e punir árbitros, ao mesmo tempo, foi empossado presidente da entidade que tem como dever e obrigação defender os associados

Fim do reinado

Após alguns de seus pares de diretoria terem oferecido denúncias referentes irregularidades cometidas na condição de presidente do sindicato, Arthur Alves Junior foi demitido do quadro de funcionário da FPF, resultando na perda de sua única e principal fonte de rendimento

Pergunto

Ao que sei o cargo de presidente do SAFESP não era remunerado, no hoje, se o é, certamente, ocorreu mudança estatutária; caso contrário: Qual é a fonte que origina o rendimento mensal do atual presidente do SAFESP?

Lembrando

Voltando no tempo, lembrei que: Uma das primeiras medidas tomada pelo “impoluto” Eduardo José Farah após tomar posse na presidência da FPF, foi estabelecer alta verba de representatividade

Imitando

Por este motivo, guardada distinções, acredito que Arthur Alves Junior possa tê-lo copiado

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23ª Rodada da Série A do Brasileirão – 2016

Quarta Feira 07/09

Palmeiras 2 x 1 São Paulo

Árbitro: Sandro Meira Ricci (FIFA-SC)

Árbitro Assistente 01: Nadine Schramm Bastos (FIFAS-SC)

Árbitro Assistente 02: Helton Nunes (ASP-FIFA-SC)

Item Técnico

Quanto ao lance ocorrido na metade do campo fiscalizada pela assistente Nadine Schramm Bastos, que originou o tento de empate da equipe alviverde, marcado por Yerri Mina, no ato, entendi legal; a posterior, através reprise, observei ter sido lance dificílimo, vez que, o palmeirense, estava milímetros na dianteira do penúltimo oponente

Definindo

O erro da assistente aconteceu, no entanto, não admito que o avaliem doloso

Item Disciplinar

Durante o transcurso da contenta advertiu e corretamente 06 atletas, sendo três de cada litigante

Quinta Feira 08/09

Corinthians 3 x 0 Sport

Árbitro: João Batista de Arruda (CBF1-RJ)

Itens Técnico/Disciplinar

Satisfatório o trabalho desenvolvido pelos representantes das leis do jogo

Internacional 2 x 1 Santos

Arbitro: Rodrigo Batista Raposo (ASP-FIFA-DF)

Item Técnico

Cabível

Item Disciplinar

No primeiro fiquei na duvida, mais pra frente, quando do segundo e misterioso amarelo para o santista Lucas Lima, sequencialmente, o vermelho; não entendi o derradeiro motivo, vez que por imagem da TV, não captei o ensaio do ganho de tempo

Sei não

O comportar do assoprador de apito no lance acima, me faz crer, que seja integrante da patota treme, treme, ou, do abominável politicamente correto

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Politica

Contra vento e maré, as reformas prosseguem

2

O desmonte da era lulopetista completa-se com a efetivação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em que pesem os protestos da militância, que só revelam a sua capacidade de fazer barulho e de depredar bens públicos e privados, configurando um caso de polícia.

Mas a decisão está tomada e foi sacramentada conforme o rito prescrito pela legislação em vigor. Apesar da inoportuna e monocrática “pedalada togada” do ministro Ricardo Lewandowski – que presidiu a memorável sessão do Senado Federal em 31 de agosto. Que decerto será corrigida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), já provocado por várias ações que questionam o fatiamento hermenêutico do artigo 52 da Constituição, que reza: “Compete privativamente ao Senado Federal: I – Processar e julgar o presidente e o vice-presidente da República nos crimes de responsabilidade (…). Parágrafo único. (…) funcionará como presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que só será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício da função pública (…)”.

Consolida-se, assim, a nova etapa para o desenvolvimento da sociedade brasileira, que abarca duas exigências preliminares. Em primeiro lugar, o afastamento definitivo do governo e do Estado das práticas sistemáticas de corrupção, que tornaram inviável o governo de Dilma e a gestão petista em geral. Em segundo lugar, o abandono do modelo estatizante que foi posto em marcha pelo PT ao longo dos últimos anos e constituiu evidente retrocesso quanto à escolha do caminho que deveria ser seguido para o desenvolvimento do País.

O estatismo ao redor da hipertrofia do Executivo e da escolha de “campeões de bilheteria” entre os empresários que se chegaram à mesa do poder (que fora também a característica marcante do modelo econômico posto em marcha no governo do general Ernesto Geisel) era um caminho que já tinha sido abandonado quando o País efetivou, no final da administração de Itamar Franco e nos governos de Fernando Henrique Cardoso, o combate à inflação e o saneamento das contas públicas, medidas que foram postas em prática ao ensejo da adoção do Plano Real.

O PT pareceu dar continuidade, em 2003, a essa política, mas, como todos sabemos, o caminho assinalado pela Carta ao Povo Brasileiro foi sendo abandonado progressivamente a partir do mensalão, tendo-se agravado a índole estatizante do modelo nos governos de Dilma Rousseff, em decorrência das distorções criadas na economia pela prática sistemática da corrupção, desvendada e combatida pela Operação Lava Jato. O PT comprometeu a durabilidade das suas propostas de desenvolvimento ao adotar o esdrúxulo sistema de arrecadação de fundos proveniente do saque sistemático das empresas estatais, para financiar a hegemonia partidária e a permanência indefinida do partido do governo no poder, contrariando a prática sadia da alternância que parecia ter sido aceita quando da chegada de Lula ao poder.

As coisas tornaram-se insustentáveis com a série de decisões erráticas no terreno econômico e no plano político, dada a ausência de abertura de Dilma na tomada de decisões, o que a indispôs com sua base aliada e com o Congresso em geral. O impeachment, não apenas pelas “pedaladas fiscais”, mas também pelo que se denominou “conjunto da obra”, era questão de tempo.

O governo do presidente Michel Temer consolida-se, assim, como escolha adotada pelo povo brasileiro, a partir da decisão soberana e constitucional do Senado no passado dia 31. Agora é tempo de pôr em prática a rota traçada, que visa a sanear a economia dos entraves estatizantes colocados pela gestão petista e se dirige, também, a elevar a credibilidade do Brasil no plano internacional, a fim de atrair investidores. O País precisa avançar célere nas reformas propostas na fase de interinidade do atual governo, que se situam, no meu entender, ao redor de cinco grandes exigências: 1) Aprovação do limite para o gasto público; 2) adoção da reforma previdenciária; 3) efetivação da reforma trabalhista, com vista a destravar a economia e tornar possível a rápida geração de empregos; 4) avanço numa reforma política que garanta o aperfeiçoamento da representação e o aumento da credibilidade do nosso Legislativo; e 5) aceleração das reformas necessárias para melhorar a infraestrutura do País, seriamente comprometida por décadas de descaso. A retomada das privatizações apresenta-se, aqui, como medida essencial, que ajudará a financiar o atendimento à melhoria da infraestrutura.

O vento e a maré das manifestações dos insatisfeitos com a saída de Dilma da Presidência não poderão comprometer as expectativas dos brasileiros nesta importante quadra da nossa História. Compete ao PT se situar, dentro da legalidade, na sua condição de partido de oposição, renunciando à prática do anarquismo e da arruaça sistemática, que o empurrarão para a ilegalidade.

O primeiro passo nos novos tempos já foi dado pelos países que se fizeram presentes na reunião do G-20 na China, quando reconheceram a legitimidade do novo governo e passaram a negociar com o presidente Temer as urgentes medidas que alavancarão a economia mundial nos próximos anos.

O Supremo Tribunal Federal, ao abordar, nos próximos dias, a questão do fatiamento do artigo 52 da Constituição dará o segundo passo, ao garantir a segurança jurídica das nossas instituições e consolidar definitivamente a decisão do impeachment com as exigências legais que a acompanham. Os nossos magistrados saberão tomar a decisão correta, como, de fato, já tomaram no caso de outras de igual vulto em circunstâncias anteriores.

Autor: Ricardo Vélez Rodrigues – Coordenador do Centro de Pesquisas Estratégicas da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFGJ), Professor da (ECEME) Escola de Comando e Estado do Maior do Exército (ECEME), e Docente da Faculdade de Arthur Thomas, em Londrina Professor Emérito.   Publicado no Estadão do dia 08/09/2016

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Finalizando

“O escravo apenas tem um senhor, o ambicioso tem tantos quantos lhe puderem ser úteis para vencer”

Jean de la Bruyere – foi um célebre ensaísta e moralista francês

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Chega de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP-10/09/2016

*A coluna é também publicada na pagina Facebook:  “No intervalo do Esporte”

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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