“Pobreza” de conselheiro do Palmeiras não cola na Justiça

corcione

Em ação que o Palmeiras move na Justiça contra alguns conselheiros, acusados de desviar dinheiro do clube, um deles, Antonio Carlos Corcione, acaba de passar por novo constrangimento (além dos indícios graves do processo).

Dias atrás, o citado palestrino ingressou com pedido de justiça gratuíta, mas o atento juíz do caso, desconfiado, ordenou a quebra de sigilo de suas contas bancárias e apresnetação das declarações de Imposto de Renda.

O resultado verdadeiro, óbvio, apareceu.

Diz trecho de recente despacho:

“No caso, afastada a presunção de pobreza pelos indícios constantes nos autos, observando-se a própria natureza e objeto da causa, além da contratação de advogado particular, dispensando o auxílio da Defensoria, a parte interessada não trouxe documentos suficientes para comprovar a impossibilidade de arcar com as custas, despesas processuais e sucumbência.”

Note-se que a movimentação bancária da parte não é compatível com a hipossuficiência econômica alegada.”

“Há o pagamento mensal de dois valores a título de condomínio de imóveis, contas expressivas referentes ao uso de internet e telefone, além de quatro faturas mensais de cartões de crédito.”

“Ademais, não houve a apresentação integral das faturas de cartões de crédito e declaração de imposto de renda do último exercício.”

O pedido, por razões óbvias, foi indeferido.

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