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Se a CBF não mudar, Brasil pode ficar fora da Copa do Mundo

churrasqueiro taxinha

Há alguns anos, a Seleção Brasileira, gradativamente, tem piorado seu desempenho em Eliminatórias da Copa do Mundo, seja de rendimento no gramado ou apenas na pontuação, fator que, no passado, praticamente inexistia.

Mas nada se compara ao que aconteceu durante a gestão em conjunto de José Maria Marin e Marco Polo Del Nero.

Ambos parecem ter superado o antecessor, Ricardo Teixeira, tanto em “vantagens” quanto em incompetência, o que, talvez, seja a maior proeza de suas administrações.

Dentro de campo, porém, os desastres de acentuam.

Perderam uma Copa do Mundo, no Brasil, humilhados por uma goleada de 7 a 1 para a Alemanha, estão na rabeira das eliminatórias para o Mundial (disputada por equipes, tirando a Argentina, fraquíssimas) e acabam de ser eliminados na primeira fase da Copa América, num grupo formado por Haití, Equador e Perú, antes, tradicionais sacos de pancada de nossa Seleção.

Diante desse quadro deplorável, em meio a incapacidade notória de gestão e acusações graves de corrupção, há a necessidade emergencial de mudanças.

Os clubes, que ainda ajoelham-se diante dos desejos de inúteis Federações (sustentadas pelas “vantagens” proporcionadas pela Casa Bandida), não perceberam que o efeito dominó tratará por atingi-los quando o fundo do poço do futebol brasileiro chegar.

Deveriam, desde já, nem que seja apenas por sobrevivência (não se pode esperar nobreza de princípios da grande maioria), organizar um levante, donos verdadeiros da CBF que são, exigindo a renúncia de Marco Polo Del Nero e seus sabujos, entre os quais um político em vias de se tronar réu na “Lava-Jato”, recebedor de propina para a campanha da “Terceira-Via” da política nacional.

Com eles cairiam toda a comissão técnica da Seleção, formada por dupla absolutamente suspeita, um por convocar jogadores em benefício de empresários, outro, que segundo publicação especializada, apesar de dirigente, ainda permanece agenciando jogadores e que, durante anos, sequer conseguiu assumir seu próprio nome, assinado no “RG” de uma maneira e nas súmulas do futebol com sobrenome diferente.

Em sendo todos chutados do comando da CBF, existe ainda a necessidade de passar um “lava-jato” na entidade, para limpar passado, presente e preparar o futuro, que, se cair em mãos que se apresentam agora como salvadores, tende ainda a piorar o destino do futebol nacional.

Hoje a Casa Bandida, lamentavelmente, antes uma CBD respeitada, parece agir como Organização Criminosa, disputada a tapas e muito dinheiro por conhecidos marginais da cartolagem nacional.

A participação na Copa do Mundo, tratada sempre como certeza, nunca esteve tão ameaçada.

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