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Abafa: Diretor de futebol não será tratado como investigado no Comitê de Ética do Corinthians

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Por imposição do deputado federal Andres Sanches (PT), dono do presidente do Corinthians, Roberto “da Nova” Andrade, o Comitê de Ética do clube já organizou, como prevíamos, a “operação abafa” no que deveriam ser os procedimentos de investigação dos comprovados (documentalmente e por testemunhos) desvios de conduta de dirigentes e conselheiros nas categorias de base alvinegras.

O relator do caso será o advogado, vulgo “Zé da Mooca”, parceiro de Movimento “Fora Dualib” do diretor adjunto de futebol (que assinou o documento avalista das ações criminosas), Eduardo “Gaguinho” Ferreira, que, pasme, em vez de ser ouvido como “Investigado”, será tratado, indevidamente, apenas como “testemunha”.

Fala-se, também, que a decisão final, pré-determinada, será pelo “arquivamento”, e que o processo sequer chegará às mãos do Conselho Deliberativo.

Em se confirmando, todas as “peles” estarão salvas, inclusive a do conselheiro Mané da Carne (que alguns queriam fritar), que tem, no Comitê, um de seus advogados como julgadores.

De todos, o nome mais chamuscado no episódio, segundo informações, não participou das negociatas, mas está sendo acusado pelo grupo de Sanches de tê-la delatada à imprensa: trata-se do vice-presidente Jorge Kalil, que, inclusive, vem sendo ameaçado, nos últimos dias, através de telefonemas anônimos.

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