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O PT e Eliot Ness

Kevin Costener como Eliot Ness, no filme "Os Intocáveis"
Kevin Costner como Eliot Ness, no filme “Os Intocáveis”

Fala-se muito, entre os que argumentam contrários ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), que o crime de responsabilidade a ela atribuído é de pequeno grau, insuficiente para tão severa punição.

“É como condenar a prisão perpétua um ladrão de maçã”, alguns discursam.

A grande questão, que alguns sabem, mas evitam discorrer, é que não se trata de retirar Dilma (que não tem a menor importância, nem no próprio partido, que já fala em descartá-la), mas sim o grupo criminoso que a comanda, o Partido dos Trabalhadores.

Nenhum episódio deixou mais clara a submissão do que a utilização de falsa nomeação ministerial do ex-presidente Lula, símbolo máximo do PT, com intuito claro e único de livrar-lhe da cadeia.

O Presidente do Brasil, desde sempre, foi o PT, tendo Dilma apenas como fantoche, bem abaixo, em hierarquia, a muitos dos que estão presos na penitenciária da papuda.

Nos anos 30, o maior grupo criminoso dos EUA era comandado pelo mafioso Al Capone, que pagava seus mensalões a políticos, empresários e demais facilitadores de suas práticas fora da Lei.

Por mais que fosse tentado, ninguém conseguia pará-lo, até porque a própria polícia, que também estava sob seu controle, ajudava a desqualificar provas.

Capone cometeu crimes bárbaros, mas somente foi “impeachmado” após ser flagrado em sonegação de impostos, que pode ser considerado, em comparação aos outros, como o menos ofensivo de seus delitos.

O autor da façanha, de retirar o mafioso das ruas e encaminhá-lo à prisão, foi o promotor Eliot Ness, comandante de um grupo que ficou conhecido, historicamente, como “Os Intocáveis”.

Evidentemente, todos sabiam que o crime fiscal não era o único cometido por Capone, mas era o meio encontrado para, de alguma maneira, retirar-lhe o poder que lhe facilitava os demais desvios de conduta.

Em paralelo com os fatos ocorridos no Brasil, era necessário, para saúde do país, retirar a possibilidade do PT continuar no poder, sob pena do partido dele fazer uso (omo vinha ocorrendo) para novos atos de delinquência.

Dilma pagou por permitir a roubalheira e pela evidente submissão.

Não há como criticar a maneira de atuação de Eliot Ness, nem dos parlamentares que votaram pelo impeachment, que, apesar da diferença moral e de procedimentos (por razões obvias, estão longe de serem comparados aos “Os Intocáveis”), muito menos da população que, pontualmente, os apoiavam, todos com objetivo semelhante: retirar do poder a quadrilha que estava infernizando o país.

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3 comentários sobre “O PT e Eliot Ness

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