Gerente de escritório do Corinthians em Portugal é acusado, novamente, de agir a favor de esquemas

afonso-armonia

Recentemente o Corinthians abriu escritório em Portugal com o único objetivo de revender garotos da base e profissionais contratados para agradar empresários, que recebem salários do clube, mas sequer conhecem o Parque São jorge.

Ou seja, é a oficialização do “esquema”.

Para gerenciar o local, foi designado Afonso Armonia, ex-roupeiro do Palmeiras, que no Timão, pela habilidade em realizar ‘negóciatas” foi elevado ao cargo de diretor, vivendo agora na Europa às custas do dinheiro alvinegro, que, teoricamente, deveria estar em contenção de despesas.

O mais interessante é que em 99% dos casos, o Corinthians, quando possui percentual de algum dos atletas vendidos em Portugal, estes não ultrapassam 10 ou 20%, demonstrando bem quem são os beneficiados com a iniciativa.

Além disso, as notícias das operações sequer são divulgadas por aqui, tamanha a inexpressividade dos atletas levados ao mercado europeu, e também porque há negócios que se revelados deixariam muita gente em situação complicada.

Ou alguém duvida que se a coisa fosse séria o próprio clube seria responsável por municiar as redações de informações, fazendo marketing de si próprio ?

Voltando ao gerente, Afonso Armonia, durante seu período alocado na base alvinegra, foi dos dirigentes mais denunciados pelos pais de garotos, acusado de cobrar propinas, percentuais de jogadores e até obriga-los a assinar contrato com representante da DIS, hoje em parceria com outro intermediário.

Ontem, indignado ao ler uma de nossas matérias sobre o assunto, o leitor Rafael David fez questão de contar o que sabe sobre o assunto, esperando que providências sejam tomadas pelo clube:

“Eu tenho um primo que jogou no Corinthians de 2009 a 2013 e foi dispensado pelo FDP do Afonso.

Eu freqüentei a base do Corinthians por muito tempo e percebi que só fica por lá só quem e filho de conselheiro, filho de jornalista, filho de ex jogador ou quem tem empresario com influência na Diretoria.

Uma vergonha !

O meu primo se chama Lucas Neves, e não era filho de ex jogador, nem de conselheiro e nem tão pouco tinha empresário…”

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