Brunoro pressiona para colocar “sócio” Luxemburgo no Palmeiras

Bicheiros, negociatas, documentos falsos: saiba como V(W)anderlei(y) Luxemburgo está pegando dinheiro do Flamengo

Poucas vezes o Palmeiras esteve em situação tão delicada em sua gloriosa história de vida, seja no futebol ou administrativamente, fruto de sucessivas administrações lesivas ao clube, marcadas quando não pela incompetência, por atos de malandragem.

O Verdão deve as calças a seu atual presidente, que, apesar da boa vontade em ajudar nas finanças, acaba por tapar o sol com a peneira, dando ao clube a falsa ilusão de controle no caixa, que, na verdade, beira a catástrofe.

Paulo Nobre tem ainda a difícil tarefa de lidar, por erro próprio, com as más escolhas que realizou para compor sua diretoria e demais “aspones”.

O clube possui um departamento de comunicação ineficiente, gerido por um torcedor fanático do Corinthians, além de ex-funcionário da MSI, ligados a um departamento de marketing que não consegue, em pleno ano de centenário palestrino, sequer organizar uma quermesse para comemoração.

Porém, é no futebol que a coisa tende a comprometer todos os outros setores alviverdes.

O equívoco em dar um cargo a José Carlos Brunoro, e, apesar de tantas evidências de “malandragens”, mante-lo com poder, pode gerar bem mais do que “apenas” o terceiro rebaixamento da equipe no Brasileirão.

O dirigente, sócio de V(W)anderlei(y) Luxemburgo, trabalha, nos bastidores, arduamente para trazer o amigo de volta ao Palestra Itália.

Incita conselheiros, planta notinhas na imprensa, e trabalha até uma imagem (falsa) de humildade no treinador.

Diz que Luxa aceitaria um contrato de produtividade para voltar a dirigir o Palmeiras.

Analisemos, então, a atual situação profissional e financeira do vulgo Madureira, para chegarmos a uma óbvia constatação: se Luxa, ganhando os tubos, não conseguia se conter e ganhava comissão em transações de jogadores (o Blog do Paulinho comprovou, com documentos e áudios), imagine agora, ganhando menos e com dívidas complicadas (fala-se até em pendências de jogatina), após meses de desemprego e anonimato, do que não seria capaz.

O Palmeiras não merece ser gerido por uma dupla – Luxa e Brunoro – que existe no futebol com o único intuíto de levar vantagem, por vezes, indevidas, apoiados que serão, ainda,  por facções “organizadas”, comprometidas com benesses oriundas de favorecimentos futuros.

Nobre pode até trocar o treinador – que de fato não está a altura do Palmeiras – mas não pode cair na conversa fiada de recolocar no clube lobos que mal conseguem se disfarçar em pele de cordeiro.

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