Coluna do Fiori

“Não tente justificar o injustificável pois isto só piora as coisas… Nada dá mais resultado que uma conversa sincera e honesta”

Eduardo Volpato: Pensador

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Justificativa ilógica

Conversando com sócio/conselheiro do SAFESP do por que estar amparando a permanência do presidente José de Assis Aradrão, obtive a cínica justificativa que o mandato findará no ano 2027

Apreciação

Não é só dele, certamente, é do vice-presidente, diretores, conselheiros e associados, que juntos, fraudaram o Estatuto Social registrado no 4º Oficial de Registro de Títulos e Documentos no dia 22 de janeiro do ano 2004, Idem: o Regimento Eleitoral Registrado no 23º Tabelião de Notas e Documentos no mês de maio do ano 2005

Convocando

E participando da três irregulares assembleias findadas com a eleição da chapa única cujo cabeça está condenado definitivamente pela justiça comum e

No aguardo

De plausível e nova condenação.

Concluo

Creio que o vice-presidente, diretores e conselheiros tem o rabo preso com o condenado, como paga pelo que lhes devem ou deles sabe nos anos em que militavam no quadro de árbitros da CBF e FPF

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15ª Rodada da Série A do Brasileirão 2026 – Sábado 09/05

Coritiba 2 x 2 Internacional

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhaes (RJ)

VAR

Gilberto Rodrigues Castro Junior (AB / PE)

Item Técnico

Árbitro e assistentes encerraram o trabalho com poucas participações

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 02 para integrantes do Coxa-Branca, dentre estes, o técnico Fernando Seabra – 03 para integrantes do Colorado

Bahia 1 x 2 Cruzeiro

Árbitro: Rodrigo Jose Pereira de Lima (FIFA-PE)

VAR

Antônio Magno Lima Cordeiro (CE)

Item Técnico

Primeira etapa

1º – A contagem foi aberta no 25º minuto, no momento em que o cruzeirense Fabrício (camisa 15) derrubou o oponente Wilson José (camisa 12) dentro da sua área.”

Árbitro

Bem próximo, com visão total, corretamente, apontou a marca da cal

Transgressão penal

Batida por Luciano Juba, camisa 46, findou no fundo da fiação

2º – No 39 minuto, Kauã Moraes (camisa 02) da equipe mineira, dominou e chutou a redonda pro fundo da rede

Imediato

Assistente 02: Bruno Cesar Chaves Vieira (PE), fiscal da linha lateral direita do ataque da equipe mineira, provavelmente, tendo sua visão meio encoberta, sinalizou, posição de impedimento.

VAR

Pelo comunicador, o VAR informou e o árbitro confirmou a legalidade do gol.

Segunda etapa

3º – No primeiro minuto, pouco antes da linha da área grande, aconteceu falta favorável a equipe mineira, cobrada pelo Matheus Pereira (camisa 10), na direção de Jonathan (camisa 34) que estando em impedimento, cabeceou a redonda para um dos consortes tocar, goleiro rebater, sobrando para Sinisterra (camisa 17) cutucar pro fundo da rede

Neste minuto

Sem oscilar, a assistente 01: Brígida Cirilo Ferreira (FIFA-AL) apontou a posição de irregular do portador da camisa 34, e confirmada pelo árbitro

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para defensores do Tricolor Baiano – 04 para integrantes da equipe Azul Celeste

Domingo 10/05 – Remo 1 x 1 Palmeiras. Marcado para iniciar as 16h00, por chuva forte, iniciou as 17h40

Árbitro: Rafael Rodrigo Klein (FIFA-RS)

VAR

Rafael Traci (SC)

Item Técnico

Apesar de, no ato, ter o boto branco acertado apontando o centro do campo, ao ser chamado pelo VAR para rever no monitor, no meu entendimento, voltando pro campo, cedeu, mudando de opinião

O lance

Acontecido no quarto minuto da prorrogação na segunda etapa, no momento em que a redonda foi disputada no alto, por defensor da equipe mandante e oponente Flaco Lopes (camisa 42)

Tendo

A redonda ter batida no braço esquerdo colado no corpo do palmeirense, sobrado para o consorte Bruno Fuchs, (camisa 3) chutar pro fundo da rede

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 01 para integrante do Leão Azul – 02 para Alviverdes

Vermelho Direto: para Zé Ricardo, camisa 55, defensor da equipe mandante, o mesmo para:  Renato de Cassio Negrão, assistente técnico

Corinthians 3 x 2 São Paulo – “Do qual vi os melhores momentos através de um vídeo” por não ser assinante da TV transmissora

Árbitro: Anderson Daronco (FIFA-RS)

VAR

Rodolpho Toski Marques (FIFA-PR)

Item Técnico

Trabalho normal do árbitro e assistentes

Item Disciplinar

Cartão Amarelo: 03 para Alvinegros – 04 para Tricolores

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Coluna em Vídeo

Por conta de problemas na agenda do Paulinho – que edita o programa – a versão em vídeo da Coluna não será publicada esta semana, retornando o mais brevemente possível.

Desde já pedimos desculpas

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Política

Flávio Bolsonaro vai insistir no papel de quem esmola dinheiro de Vorcaro ou tomar outro caminho?

Na história das disputas presidenciais, há casos de pré-candidatos que desistiram da campanha ao serem alvejados com notícias desabonadoras no início do ano eleitoral

Candidato à presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro está submetido a seu primeiro grande teste eleitoral. Flagrado no papel de quem esmola dinheiro de um banqueiro investigado por fraude, o político teve duas reações. Primeiro negou tudo e saiu correndo de quem o questionava sobre as conversas com Daniel Vorcaro. Depois, por meio de nota, alegou estar apenas no papel de quem quer fazer vingar o projeto cinematográfico que conta a história do “mito” Jair Bolsonaro.

O movimento inicial do senador, que tem pretensões de virar o chefe do Poder Executivo, parece recheado de tropeços. Geralmente, no mundo da política, amigos e aliados combinam no privado antes de dar explicações sobre algo que publicamente não cai bem.

Flávio Bolsonaro parece ter se esquecido disso. Na quarta-feira, 13, divulgou uma nota confirmando que conhece Vorcaro, o dono do Master. Admitiu também que pediu dinheiro ao banqueiro.

Foi tão apressado que nem se deu conta, ou fingiu que não deu, que o áudio divulgado pelo site Intercept Brasil continha trecho em que o Flávio de 2025 desmente o Flávio de 2026.

No ano passado, o senador dizia a Vorcaro: “sei que você está passando por um momento dificílimo aí também, essa confusão toda”. Já na nota de explicação, Flávio Bolsonaro diz que quando conheceu o banqueiro não havia nada contra ele. Era 2024. Mas no ano seguinte, quando o senador foi lá pedir dinheiro, a imagem pública de Vorcaro era outra.

Para complicar o caso, o produtor-executivo e a produtora do filme que enaltece o ex-presidente juraram que não receberam “um centavo” de Vorcaro ou de suas empresas. Nesta quinta-feira, Mário Frias, o produtor, soltou uma nota nova para tentar consertar o tropeço, mas o remendo pode piorar ainda mais a situação.

Aí o eleitor fica na seguinte situação: acredita no candidato que diz que pediu dinheiro porque os pagamentos estavam atrasados ou na empresa que diz que o dinheiro não pingou? O dinheiro sumiu?

A linha de defesa de Flávio Bolsonaro até aqui parece desenhada apenas para aqueles que devotam à família do ex-presidente o dom da santidade. Quem tem dúvidas no voto – público que o senador precisaria conquistar – pode não gostar de ver que o congressista não só foi passar o pires no Master, como ainda prometeu ao investigado: “estarei contigo sempre”.

Isso significa que, na hipótese de virar presidente, o senador além de anistiar o pai que tentou convencer as Forças Armadas a dar um golpe de Estado também vai livrar das barras da justiça o banqueiro que falseava dados bancários e bancava voos para ministros do STF?

Pode não ser suficiente que, revelado o áudio do senador fazendo papel de pedinte, ele sustente apenas que não há dinheiro público envolvido e nada há mais para explicar. Há quem defenda que é melhor admitir o erro o mais cedo possível torcendo para o primeiro episódio não se transformar numa novela sem fim a ser arrastada para o horário eleitoral gratuito.

Na história das disputas presidenciais, o Brasil coleciona casos de pré-candidatos que acabaram desistindo da campanha ao serem alvejados com notícias desabonadoras no início do ano eleitoral.

Foi assim com o apresentador Silvio Santos no final dos anos 80 e com a ex-governadora Roseana Sarney no início dos 2000. Ambos preferiram abandonar a intenção de se candidatar ao verem seus nomes associados a atos que o eleitor não aprovaria. O primeiro esteve envolvido na compra de um partido, a segunda no caso do dinheiro em espécie apreendido no escritório da empresa do marido.

Flávio Bolsonaro, embora tenha o precedente de quase desmaiar em dia de debate nos idos de 2016, ainda não deu sinais de que seguirá os precedentes históricos e também jogará a toalha.

Francisco Leali: Coordenador na Sucursal do Estadão em Brasília. Jornalista, Doutor em Comunicação e pesquisador dedicado a temas de transparência pública. Tema publicado no Estadão do dia 15/05/2026 às 09h30

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“Chega da desavergonhada submissão à corrupção praticada por presidentes, governadores, prefeitos, senadores, deputados federais, estaduais, vereadores, membros do judiciário, Ministério Público, funcionários públicos de todas as escalas, inclusive militares, e nos bastidores do futebol brasileiro”

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Finalizando

“Numa sociedade governada pela ganância do dinheiro, pelo futebol, pela beleza artificial e pela popularidade barata, a verdade acaba sempre por ser impopular e por criar muitos inimigos”

Pensamento de: António Prates

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Se liga São Paulo

Acorda Brasil

SP: 16/05/2026

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