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Coluna do Fiori

FUTEBOL: POLÍTICA, ARBITRAGEM E VERDADE

Fiori é ex-árbitro da Federação Paulista de Futebol, investigador de Polícia e autor do Livro “A República do Apito” onde relata a verdade sobre os bastidores do futebol paulista e nacional.

http://www.navegareditora.com.brEmail:caminhodasideias@superig.com.br

apito

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7ª Rodada do Brasileirão – 2013 – Série B

Sábado 06/07

Palmeiras 4 x 0 Oeste (SP)

Árbitro: Antonio Rogério Batista do Prado (SP)

Não foi exigido, desempenho normal

6ª Rodada do Brasileirão – Série A – 2013

Sábado 06/07

Portuguesa 1 x 1 Cruzeiro

Árbitro: Paulo Godoy Bezerra (SC)

Partida tecnicamente fraca e difícil de ser assistida, quanto ao trabalho dos representantes das leis do jogo, entendi que não foram exigidos

Domingo 07/07

São Paulo 0 x 2 Santos

Árbitro: Raphael Claus

Desempenho normal dos representantes das leis do jogo

Bahia 0 x 2 Corinthians

Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortes (RJ)

Advertiu corretamente, com cartão amarelo, dois defensores do time da casa, no todo da refrega, os representantes das leis do jogo tiveram pouco trabalho

Copa Libertadores

Segunda e decisiva contenda para decidir qual das duas equipes participará das finais; no jogo de ida a equipe argentina venceu por 2×0

Quarta Feira 10/07

Tempo normal da disputa

Atlético-MG 2 x 0 Newell´s (ARG) 

Árbitro: Roberto Silveira (URU)

Item Disciplinar

Algumas oscilações que favoreceram os defensores argentinos; cartões corretamente aplicados

Item Técnico

Inverteu e deixou de sinalizar algumas faltas, no meio destas, ocorreu duas penalidades máximas, favorável a equipe atleticana;

– na primeira, Jô, atacante atleticano, foi deslocado propositadamente por seu oponente Victor Lopes,

– na segunda, aconteceu explicito puxão do defensor argentino Mateo, no atacante atleticano Diego Tardelli,

– em ambas, o árbitro uruguaio estava bem colocado; por estes dois e principais erros,

– indiretamente, o árbitro uruguaio influiu no resultado, vez que cobrança de penalidade máxima, pode ou não, terminar em gol

Penalidades Máxima

Conforme regulamento aconteceu à decisão por penalidades máxima, no término da fase das cinco cobranças alternada:

Atlético – MG 3 x 2 Newell´s (ARG)

Nas cinco penalidades cobradas pelos argentinos, Victor, goleiro atleticano de um passo a frente antes da partida da bola;

O árbitro bem colocado, se fez de migué, possivelmente, para compensar as duas penalidades não marcadas a favor da equipe mineira.

Política

Nova Bancada da Bola

Ao que leio Romário, ex-jogador de futebol e atual deputado federal, dificilmente, conseguirá emplacar a sonhada verificação na vida do presidente da CBF, José Maria Marin, vez que diversos deputados, dentre estes, o execrável Vicente Cândido, reuniram-se na residência de um deles para abafar nossas esperanças quanto à decência na administração do futebol; certamente, os intere$$es prevaleceram, explicitando o desprezo destes corruptos e corruptores, para com a opinião publica.

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Artigo da Jornalista Dora Kramer, colunista do Jornal O Estado de São Paulo

Há um mês, desde que saíram as primeiras pesquisas de opinião registrando queda na avaliação positiva da presidente Dilma Rousseft – inicialmente de sete e, em seguida aos protestos, de 27 pontos porcentuais – o governo vive sob o efeito de um choque de realidade ao qual ainda não se adaptou.

A popularidade não era inabalável nem a aliança política tão sólida quanto desenhava o cenário de reeleição garantida. A esse novo quadro é que, na avaliação corrente nas bancadas do PT na Câmara e no senado, o Palácio do Planalto não está dando as respostas adequadas.

O governo caiu das nuvens, mas ainda não conseguiu firmar os pés no chão. Continua operando no modo antigo, trabalhando com tentativas irrealistas de mudar de assunto e de compartilhar responsabilidades sem se concentrar na questão principal que emergiu das manifestações.

E qual é a questão? A existência de um “sentimento oposicionista” (a expressão é de um petista) que atinge os políticos e governantes de modo geral, os de oposição inclusive, mas prejudica muito mais quem detém mais poder e, portanto tem mais a perder: o governo federal.

Por enquanto o referido oposicionismo é difuso e não foi para lugar algum. “Pode ir para qualquer um”, diz um deputado referindo-se às forças políticas que disputarão em 2014.

O receio de parlamentares do PT, no entanto, é que esse capital não possa ser recuperado pelo partido se o governo não se concentrar em tomar medidas concretas (e consistentes) na gestão da economia, na melhoria dos serviços públicos, na reconstrução do ambiente de confiança para o investidor, na segurança para o empresário.

De acordo com os que pensam assim, a hora não é de alimentar apelos pela candidatura do ex-presidente Lula – “é ruim para ele, para o governo e para o partido” – nem de insistir em propostas inexeqüíveis como a do plebiscito sobre reforma política em ritmo de passe de mágica, muito menos de se atritar com o Congresso.

O momento requer um freio de arrumação: parar de escrever por linhas tortas e andar em linha reta para reconquistar a sociedade governando melhor. A recuperação da competitividade eleitoral e a reconstrução das alianças políticas seriam conseqüências naturais.

Testemunho. Militar aposentado, Athos Cardoso envia a seguinte mensagem a propósito do uso de aviões da Força Aérea Brasileira por autoridades que se sentem autorizadas a cometer qualquer tipo de abuso.

“Como coronel da ativa comandei o 4º Batalhão Especial de Fronteiras, guarnição mais a Oeste do Brasil, sediada em Rio Branco – AC. Foi de 1985 a 1988. A capital era a única do Brasil não ligada ao restante do Brasil por estrada asfaltada.

“Na época da terrível temporada de chuva amazônica, intransitável a rodovia, o rio ainda sem vazão para transporte fluvial; a cidade, isolada, só recebia suprimentos por via aérea. Faltava do óleo diesel ao papel higiênico.

“A família militar, com raríssimas exceções, passava quase dois anos na cidade sem viajar nas férias. As distâncias eram longas, as passagens aéreas inacessíveis. De ‘caronas’ pela FAB, nunca soube. Eu, o coronel comandante, viajava de Manaus para o Rio, com a passagem mais barata que existia. A do famoso ‘Corujão’.

“Assisto, indignado, à postura do senador Renan, político profissional, rico, cheio de mordomias, viajando de carona na FAB. Ele finge não ouvir o clamor das ruas. Enfrenta e afronta a opinião pública. Pergunto: pode um político como ele comandar as mudanças políticas de que o Brasil precisa?”.

Não poderia, não deveria nem estar onde está se o Congresso tivesse mais respeito pela opinião do público

Ilustrando

Nos País do faz de conta, maioria necessitada foi, e continua sendo explorada por políticos e estelionatários das diversas camadas culturais e sociais, o abaixo, é um dos exemplos:

Fotos da casa do sem-terra Bruno Maranhão, um dos lideres do MST que batalha com honestamente e simplicidade na busca de futuro melhor

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Bruno Maranhão ao lado da esposa

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Bruno Maranhão degustando aperitivo

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Bruno Maranhão na hora do descanso

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Como é que se faz para que essas coisas cheguem aos que não tem acesso a computador e que acham que o Brasil está mais justo?

Finalizando

Palavras da ex-senadora Luiza Helena

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Chega de Mentiras, de Corruptos e Corruptores

Se liga São Paulo

Acorda Brasil

sp-11/07/2013

*Não serão liberados comentários na Coluna do Fiori devido a ataques gratuitos e pessoais de gente que se sente incomodada com as verdades colocadas pelo colunista, e sequer possuem coragem de se identificar, embora saibamos bem a quais grupos representam.

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