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Ceni, como se fora juvenil, e Osvaldo, impossível, classificaram o Tricolor na Libertadores

Numa partida em que o São Paulo deixou de lado o futebol para suar sangue no gramado do Morumbi, única maneira de vencer uma equipe que, no momento, era melhor, a classificação após a vitória por dois a zero deve sim ser muito comemorada.

Tenso, quase sem oportunidades de gol, o jogo foi decidido em detalhes, aliás, dois deles, ambos com participação do mais abusado atacante do Brasil no momento, o Tricolor Oswaldo.

Foi dele o passe para Aloísio sofrer pênalti de Leonardo Silva, convertido pelo dono do time, Rogério Ceni, que vibrou como se fora juvenil.

Emocionante !

Depois, quando o São Paulo caia a todo instante no gramado para segurar o resultado, Ganso encontrou Osvaldo livre na direita, que chegou na cara de Vitor e, demonstrando enorme espirito de equipe rolou para Ademilson, sozinho, classificar o Tricolor.

50 mil vozes enlouquecidas vibravam com o espírito de luta da equipe, mesmo que o futebol não tenha lá sido essas coisas.

O Galo fez o que pode, mas a diferença de foco e empolgação certamente fizeram a diferença nessa verdadeira decisão.

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