Ricardo Teixeira e Marin armaram para perpetuar Del Nero. E os clubes se calam…

A divulgação, pela FOLHA, do golpe eleitoral planejado por Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, é mais um capítulo lamentável da verdadeira fossa em que se transformou a administração da CBF.

Antes de sair, Teixeira não apenas garantiu salário de R$ 110 mil mensais da entidade, como antecipou as eleições, que seriam realizadas depois do Mundial 2014, para antes, evitando assim que um possível revés no torneio “encorajasse” as Federações a evitar o plano de todos eles.

Ou seja, dar o poder do futebol brasileiro a Marco Polo Del Nero, que, entre outras coisas, é sócio de Vicente Cândido (PT), dos mais repulsivos políticos nacionais, aliado que é do russo Boris Berezovsky, que dispensa apresentações.

Como bem disse o jornalista Juca Kfouri, em sua coluna, tivessem os clubes brasileiros, pelo menos os principais, dirigentes minimamente comprometidos com a decência já teriam se levantado contra o absurdo, verdadeiro golpe visando a perpetuação do mesmo grupo de sempre no poder.

Ainda bem que há deputados como Romário, que, mesmo sabedor do que o espera pela frente, comprou a briga, demonstrando ao menos desejo de contribuir para uma maior transparência no futebol nacional.

Porém, Romário precisa do apoio popular, das redes sociais e de todos aqueles, clubes inclusive, para travar a difícil batalha de convencer seus colegas deputados a dar a cara para bater, assinando requerimentos para instauração de CPIs que possam, quem sabe, ajudar a reverter essa situação.

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